O Partido Nacional Renovador (PNR) apresenta sinceras condolências à família, colegas e amigos do chefe da PSP de Lagos, Sérgio Martins, vítima (mais uma…) do estado caótico a que chegaram várias regiões e zonas do país.
Entretanto, conforme noticiou a SIC, «a polícia já terá identificado os homens que mataram o chefe da PSP», que farão parte de um gangue «composto por 10 a 20 pessoas, com relações de parentesco entre elas e de etnia cigana» que, apesar de «circularem em viaturas de alta cilindrada», «têm por hábito ocupar casas velhas ou abandonadas».
Não vale a pena continuar a usar a «demagogia e exibicionismo» dos políticos do costume que, ano após ano e sempre que acontece uma desgraça, anunciam medidas «para inglês ver». É preciso revolucionar a forma como se encaram os problemas sociais e securitários. Antes da instauração de um Estado Policial, ao estilo «Rio de Janeiro», em que criminosos e agentes de segurança se confrontam nas ruas, há que enfrentar a realidade e assumir a verdadeira essência dos problemas.
Esses problemas estão bem identificados, tanto pelas autoridades como pela população, e enquanto não houver verdadeira coragem para os resolver - na sua origem! - tudo o que se vai conseguir é remediar e não solucionar.
O PNR defende medidas corajosas para a Imigração e Justiça: é urgente acabar com a anarquia reinante nestes sectores e promover uma verdadeira política de justiça social e de defesa dos portugueses: queremos um Estado forte e racional, mas sobretudo justo e livre!



