As situações repetem-se quase quotidianamente: no passado Domingo, dia 6 de Março, dois “jovens” africanos foram assassinados por outros da mesma etnia, numa discoteca denominada “Afrolux”, localizada na cidade da Amadora, subúrbios de Lisboa.
Segundo testemunhas do ocorrido, o tiroteio registou-se de madrugada, provavelmente causado por uma discussão ou ajuste de contas entre dois bandos rivais. Dentro da discoteca estavam na altura aproximadamente 200 indivíduos de origem africana.
Simultaneamente na mesma madrugada, noutra discoteca situada na Moita, localidade da margem sul do rio Tejo, um grupo de cinco indivíduos de origem africana realizou um assalto levando a caixa registadora onde estavam guardados 2000 euros. Os suspeitos provavelmente residem no Vale da Amoreira e bairro da Bela Vista, autênticos territórios “ocupados” por bandos étnicos que se guerreiam entre si. A discoteca chama-se “Splach” e é conhecida pela sua má frequência.
Ambas notícias foram relatadas pelo jornal “Correio da Manhã”. Até quando a nossa identidade etno-cultural e estabilidade sócio-económica são ameaçadas por estes elementos estranhos à nossa idiossincracia cultural?



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