Christopher Donovan – Uma noite destas vi os AC/DC no Centro Verizon em Washington, D.C. Para aqueles que não estão a par, os AC/DC são uma banda de hard rock australiana com idade avançada (fundada em 1973) famosa por compor canções tempestuosas e de inspiração simples acerca de álcool, mulheres e rock. O seu guitarrista, um escocês pálido e esguio que dá pelo nome de Angus Young, é conhecido por tocar envergando um uniforme escolar escocês (jaqueta, gravata e calções) que esfrangalha (com excepção dos calções) a meio do concerto e que efectua passos de ganso à largura do palco esvoaçando cabelo e suor.
Entre os milhares de seres humanos concentrados na arena, não vi um único rosto não-branco. Até podem ter lá estado, mas em números que podem apenas ser descritos como estatisticamente insignificantes. A esmagadora maioria do público eram brancos da classe trabalhadora, com o ocasional yuppie-com-uma-t-shirt-preta-vestida-para-a-ocasião, numa variada faixa etária de idades.
A afluência de brancos não passou despercebida pelas pequenas multidões de negros que orbitavam nessa noite no Centro Verizon. Pareciam ligeiramente alarmados pelos brancos encardidos, muitos exibindo tatuagens com cruzes célticas, t-shirts com cruzes germânicas e outros sinais que o psicólogo Kevin MacDonald etiqueta de “branquitude implícita”. Algumas bocas foram atiradas na nossa direcção por um grupo de miúdas pretas e um negro sentiu-se compelido, por razões que não consegui discernir, a berrar “chupem a minha p***. Chupem a minha grande p*** preta” de modo a que todos ouvissem.
Os únicos negros que interagiam com os brancos eram vendedores não autorizados de bilhetes, cuja actividade foi ignorada pela força policial presente no local, totalmente composta por agentes negros.
No interior, o concerto foi um espectáculo electrizante de um rock energético ensurdecedor que enlouqueceu o público. Fumo, luzes, uma “Rosie” insuflável gigante (era preciso lá estar para ver) e, para a música final “For Those About to Rock, We Salute You”, seis canhões de artilharia em tamanho real foram arrastados para o palco e despoletados no momento apropriado. As mulheres manifestavam cornos com os dedos, o que ia bem com músicas como “Hell’s Bell’s” e “Higway to Hell”.
Diverti-me imenso. Mas o observador pró-branco existente em mim não conseguiu resistir em armar-se em antropólogo de campo ao mesmo tempo. Aqui estava eu, entre milhares de brancos, todos a comungar, se me permitem a liberdade, no que era essencialmente uma convergência pagã. As mesmas pessoas que manifestaram o seu ódio para com Sarah Palin não se sentiriam muito mais confortáveis com este panorama: um mar de machos brancos a esmurrar o ar e a berrar “oi!”, e a ocasional mulher atrevida – provavelmente não-feminista – a rodar com alegria.
Tenho certeza que os brancos cristãos conservadores não aprovariam muito disto. Mas se nós como brancos andamos à procura do que funciona, não devemos ignorar os brancos “viking” como elementos de uma vida branca vigorosa e saudável. Eles gostam da cerveja, do combate e do sexo. Correctamente direccionado, isto é o que uma raça na via da sobrevivência faz.
Numa análise mais profunda, decidi que a verdadeira função da música dos AC/DC é a de espicaçar os brancos para a guerra e para a fertilidade masculina. Novamente, não é mau para uma raça em declínio numérico e a perder a sua influência por todo o mundo ocidental. E tudo isto opera livre do escrutínio do SOS Racismo e de outros “caçadores de ódio”, porque está demasiado atenuado para ser considerado remotamente pró-branco (isto explica porque razão o criticismo do “Senhor dos Anéis” como sendo “racista” não ter sido levado a sério por ninguém – embora fosse real).
Ouvi dizer que nos concertos de outra banda de hard rock, os Pantera (com a qual não estou familiarizado, excepto o conhecimento de que não se trata de uma banda skinheade ou de “poder branco”), o implícito se torna ocasionalmente explícito com gritos de “poder branco”! Ainda bem. Quanto mais, melhor.
Há um mistério maravilhoso nas florestas negras dos nossos antepassados europeus – os espíritos, os gnomos, os elfos, as espadas, os machados, os cavaleiros, as donzelas, as bruxas e os feiticeiros, as fogueiras dos aquartelamentos. É um lago sem fundo para a inspiração branca, e tenho a certeza de que experiências como um concerto dos AC/DC tocam ao de leve nisso.
Seja lá o que for, os brancos aparecem, em grande número, prontos para rockar. Não precisamos de mais do que isso, se pensarmos bem.
Com a devida vénia ao Occidental Observer.



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1 Kamari // May 28, 2009 at 5:37 pm
Primeiro, peçou desculpa para meu português muito fraco…
E claro que Heavy Metal é musica de Brancos (salvo Suicidal Tendencies) escutada pelos Brancos…
O problema de hoje (de maneira muita notavel na França onde eu morou) é que nos medias (televisao, radio, etc.), encontra-se unicamente Rap, R’n'B e merdas da mesma origem…
Os jovens de origem europeia escutam aquelas “musicas” e adoptam um comportamento parecido a os daquelas bandas…
Por fim : Um conselho de escuta : Holy Martyr ; é uma banda de Epic-War Metal da Sardenha qué ha produzido 2 CDs : “Still at War” e “Hellenic Warrior Spirit”
http://www.holy-martyr.com/
Saudaçoes patrioticas e ecologicas europeias
Reconquista !
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