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	<title>Altermedia Portugal - na rede desde 17 de Junho de 2003 &#187; Asides</title>
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	<description>Numa era em que a mentira é universal, dizer a verdade é um acto revolucionário. (George Orwell)</description>
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		<title>Casamento de homossexuais: Censura prévia e declarada ao PNR</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 23:59:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[VML &#8211; Hoje o presidente do PNR, José Pinto-Coelho, foi convidado pelo canal de televisão TVI24 para participar num debate sobre a decisão do Tribunal Constitucional de rejeitar o pedido de casamento entre duas lésbicas. O tema do programa, ou a pergunta que serve de mote, é &#8220;concorda com o casamento de pessoas do mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-781" title="pnr1" src="http://pt.altermedia.info/images/pnr1.gif" alt="pnr1" width="37" height="44" /><strong>VML</strong> &#8211; Hoje o presidente do PNR, José Pinto-Coelho, foi convidado pelo canal de televisão <span style="font-style: italic;">TVI24 </span>para participar num debate sobre a <a href="http://www.terraportuguesa.net/2009/07/tribunal-constitucional-chumba.html">decisão do Tribunal Constitucional de rejeitar o pedido de casamento entre duas lésbicas</a>. O tema do programa, ou a pergunta que serve de mote, é <span style="font-style: italic;">&#8220;concorda com o casamento de pessoas do mesmo sexo?&#8221;</span>. No convite, a TVI24 informava que estaria presente o advogado das fulanas, a defender o ponto de vista das próprias, e que &#8220;do outro lado&#8221; estaria o presidente do PNR, como representante do único partido político português que defende a família como célula base da comunidade e se afirma contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Quando Pinto-Coelho, que aceitou o convite, já se encontrava à porta dos estúdios da TVI, foi informado que já havia outro convidado para defender esse ponto de vista e que portanto a sua participação tinha sido&#8230; cancelada. Esta situação, só por si, já seria grave e inadmissível, mas ao observar o dito &#8220;debate&#8221; constata-se que afinal não havia outro convidado nenhum e, mais uma vez, a única opinião permitida foi a politicamente correcta. Confirma-se, mais uma vez, que o <a href="http://www.pnr.pt" target="_blank"><span style="font-weight: bold;">PNR &#8211; Partido Nacional Renovador</span></a> &#8211; incomoda muita gente e que é a verdadeira <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">OPOSIÇÃO NACIONAL</span> ao sistema &#8211;  cujos partidos, nesta e noutras matérias, defendem todos uma ideia parecida &#8211; sem excepção!</p>
<p>Com a devia vénia ao <a href="http://www.terraportuguesa.net/" target="_blank"><em>Terra Portuguesa</em></a>.</p>
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		<title>Centro Evoliano da América</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 19:06:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Asides]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com deliberações divulgadas anteriormente, comunica-se que doravante o Centro de Estudos Evolianos passa a denominar-se Centro Evoliano da América.
Assim sendo informa-se que:
a) Foi constituido um novo órgão directivo com as seguintes autoridades:
1) Presidente: Marcos Ghio (Buenos Aires &#8211; Argentina)
2) Secretários: Julián Ramírez (Bariloche &#8211; Argentina) e Francisco Müller (Quito &#8211; Equador).
b) Que à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" title="Centro de Estudos Evolianos" src="http://img443.imageshack.us/img443/6619/evolianossx4.jpg" alt="" width="313" height="132" />De acordo com deliberações divulgadas anteriormente, comunica-se que doravante o <strong>Centro de Estudos Evolianos</strong> passa a denominar-se <strong>Centro Evoliano da América</strong>.</p>
<p>Assim sendo informa-se que:</p>
<p>a) Foi constituido um novo órgão directivo com as seguintes autoridades:</p>
<p>1) Presidente: Marcos Ghio (Buenos Aires &#8211; Argentina)</p>
<p>2) Secretários: Julián Ramírez (Bariloche &#8211; Argentina) e Francisco Müller (Quito &#8211; Equador).</p>
<p>b) Que à medida que se forem constituindo novas sedes em diferentes localidades da América assim se ampliará também este secretariado.</p>
<p>c) Mantém-se, como anteriormente, o periódico digital <a href="http://www.geocities.com/Athens/Troy/1856/Fort8.htm" target="_blank"><em>El Fortín</em></a> como órgão de imprensa da organização bem como as restantes secções que compõem <a href="http://www.geocities.com/Athens/Troy/1856/Evola.htm" target="_blank">a página do Centro de Estudos Evolianos</a>.</p>
<p>d) Estabelece-se como endereço de correio electrónico o seguinte: <a href="mailto:centroevoliano@yahoo.com">centroevoliano@yahoo.com</a>.</p>
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		<title>O Domingo é sagrado</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 00:01:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Asides]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Humberto Nuno de Oliveira &#8211; A assembleia nacional francesa votou ontem a proposta de lei Mallié (aprovada com 282 votos favoráveis e 238 contrários) relativa à liberalização do trabalho ao Domingo. Até à decisão final do senado o Instituto Civitas promete travar uma feroz batalha contra mais este infâme ataque à sociedade, à família e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-1014" title="O Domingo é Sagrado" src="http://pt.altermedia.info/images/odomingoesagrado-211x300.jpg" alt="O Domingo é Sagrado" width="211" height="300" />Humberto Nuno de Oliveira</strong> &#8211; A assembleia nacional francesa votou ontem a proposta de lei Mallié (aprovada com 282 votos favoráveis e 238 contrários) relativa à liberalização do trabalho ao Domingo. Até à decisão final do senado o <a href="http://www.civitas-institut.com/" target="_blank">Instituto Civitas</a> promete travar uma feroz batalha contra mais este infâme ataque à sociedade, à família e à matriz cristã da França.</p>
<p>Em tempos de tanta tolerância &#8211; naquele mesmo país &#8211; para com os sábados judaicos as sextas-feiras islâmicas e restante cotejo de exigências de cariz religioso ou étnico, sempre alto e bom som apregoados em nome da modernidade, da multiculturalidade, da tolerância, do respeito, da integração e da sã convivência não pode, quem não seja cego ou inconsciente, deixar de notar que este torpe pensamento &#8220;politicamentecorretês&#8221; ataca sempre no mesmo sentido e contra os mesmos: nós Europeus. O assalto da mundialização espúria visa apenas, e somente, o abastardamento da civilização europeia, venha lá ela mascarada de &#8220;tolerância&#8221; ou de qualquer outro &#8220;travesti&#8221;&#8230; Cada vez mais a &#8220;liberdade religiosa&#8221; é só para os de fora, os de cá que se verguem aos ditames dos seus inimigos de fé, de cultura e de identidade.</p>
<p>Com a devida vénia ao <a href="http://reverentia-lusa.blogspot.com/" target="_blank"><em>Reverentia</em></a>.</p>
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		<title>Cada vez mais polícias compram material à sua custa</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/poltica-nacional/cada-vez-mais-policias-compram-material-a-sua-custa_973.html</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 21:37:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Asides]]></category>
		<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[crime imigrante]]></category>

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		<description><![CDATA[Valentina Marcelino &#8211; O medo de serem agredidos ou baleados está a levar cada vez mais polícias a gastar do seu bolso para comprarem equipamento de protecção. Há empresas que fazem descontos e deixam pagar a prestações.
Os agentes da PSP e militares da GNR estão a comprar, às próprias custas, equipamento básico de protecção pessoal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-974" title="Agentes da PSP" src="http://pt.altermedia.info/images/policias-300x142.jpg" alt="Agentes da PSP" width="300" height="142" />Valentina Marcelino</strong> &#8211; O medo de serem agredidos ou baleados está a levar cada vez mais polícias a gastar do seu bolso para comprarem equipamento de protecção. Há empresas que fazem descontos e deixam pagar a prestações.</p>
<p>Os agentes da PSP e militares da GNR estão a comprar, às próprias custas, equipamento básico de protecção pessoal que não está a ser garantido pelos comandos. Chega ao ponto de as maiores estruturas sindicais destas forças de segurança terem feito acordos com empresas privadas para conseguirem descontos e facilidades de pagamento a prestações.<span id="more-973"></span></p>
<p>Segundo informação recolhida pelo DN, estas aquisições aumentaram 40% no último ano e os pedidos de informação duplicaram.</p>
<p>&#8220;A partir do momento em que os polícias começaram a assistir ao aumento do crime violento e a ver colegas a morrer e a ficarem feridos, instalou-se um grande sentimento de insegurança e a necessidade de se sentirem mais protegidos&#8221;, explica Paulo Rodrigues, presidente a ASPP (Associação Sindical de Profissionais de Polícia). Dá como exemplo o Corpo de Intervenção, uma unidade de elite da PSP, ao qual pertence, cujos elementos compraram &#8220;vário material à sua conta, incluindo coletes anti-balas&#8221;. O sindicalista diz que &#8220;há destacamentos do CI que caso tenham de sair todos para uma operação não têm coletes para todos. Por isso houve elementos que sentiram necessidade de os comprar&#8221;. E não são baratos (ver imagem ao lado).</p>
<p>Para responder &#8220;a estas preocupações, cada vez mais frequentes, dos polícias&#8221;, a ASPP fez um acordo com uma empresa da especialidade &#8211; por sinal a mesma vende para o ministério da Administração Interna (MAI) &#8211; para que os associados &#8220;pudessem adquirir o equipamento com garantia de qualidade e com facilidades de pagamento&#8221;.</p>
<p>Quer a ASPP quer a Associação Profissional da GNR (APG) garantem que não &#8220;ganham nada com o negócio&#8221;. O dirigente da APG, José Manageiro, lamenta que &#8220;se chegue a este ponto: como o Estado não cumpre as suas obrigações nesta matéria, têm de ser os profissionais a pagar do seu bolso a protecção da própria vida&#8221;. &#8220;Os decretos-lei não desviam as balas e se não for assim não se sentem protegidos&#8221;, acrescenta.</p>
<p>O MAI remete a responsabilidade para a PSP e GNR. O porta-voz lembra que &#8220;as verbas para equipar as Forças de Segurança saem do Orçamento de Estado proposto pelo Governo e aprovado pela Assembleia da República, cuja execução é assegurada pelo MAI. A actividade respeitante à organização, gestão e aquisição de meios e equipamentos é da competência da Direcção Nacional da PSP e do Comando-Geral da GNR&#8221;.</p>
<p>Se houvesse dúvidas sobre o sentimento de insegurança dos polícias elas são eliminadas com o &#8220;aumento de 40% nas encomendas, só no último ano&#8221;, segundo o director da empresa que fez o protocolo. &#8220;Num ano de crise as nossas vendas dispararam e 97% dos nossos clientes são polícias&#8221;, sublinha Carlos Amaro.</p>
<p>O sucesso do &#8220;kit policial&#8221; foi tal que vai ser lançada uma nova campanha que aumenta de 13 para 35 elementos o conjunto de protecção pessoal que este empresário considera &#8220;básico&#8221; para um polícia. Das simples algemas, aos coldres, passando por botas, até ao colete balístico, tudo pode ser adquirido em prestações. O &#8220;kit&#8221; total custa cerca de 1260 euros.</p>
<p>Com a devida vénia ao <a href="http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1307371" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em></a>.</p>
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		<title>O heavy metal como subcultura branca</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/identidade/o-heavy-metal-como-subcultura-branca_897.html</link>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 00:35:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Asides]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Christopher Donovan – Uma noite destas vi os AC/DC no Centro Verizon em Washington, D.C. Para aqueles que não estão a par, os AC/DC são uma banda de hard rock australiana com idade avançada (fundada em 1973) famosa por compor canções tempestuosas e de inspiração simples acerca de álcool, mulheres e rock. O seu guitarrista, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-898" title="PRZ-000897" src="http://pt.altermedia.info/images/ac-dc-240x300.jpg" alt="PRZ-000897" width="240" height="300" />Christopher Donovan</strong> – Uma noite destas vi os <a href="http://acdc.com/index-orig.php" target="_blank">AC/DC</a> no Centro Verizon em Washington, D.C. Para aqueles que não estão a par, os AC/DC são uma banda de hard rock australiana com idade avançada (fundada em 1973) famosa por compor canções tempestuosas e de inspiração simples acerca de álcool, mulheres e rock. O seu guitarrista, um escocês pálido e esguio que dá pelo nome de Angus Young, é conhecido por tocar envergando um uniforme escolar escocês (jaqueta, gravata e calções) que esfrangalha (com excepção dos calções) a meio do concerto e que efectua passos de ganso à largura do palco esvoaçando cabelo e suor.</p>
<p>Entre os milhares de seres humanos concentrados na arena, não vi um único rosto não-branco. Até podem ter lá estado, mas em números que podem apenas ser descritos como estatisticamente insignificantes. A esmagadora maioria do público eram brancos da classe trabalhadora, com o ocasional yuppie-com-uma-t-shirt-preta-vestida-para-a-ocasião, numa variada faixa etária de idades.</p>
<p>A afluência de brancos não passou despercebida pelas pequenas multidões de negros que orbitavam nessa noite no Centro Verizon. Pareciam ligeiramente alarmados pelos brancos encardidos, muitos exibindo tatuagens com cruzes célticas, t-shirts com cruzes germânicas e outros sinais que o psicólogo <a href="http://www.kevinmacdonald.net/" target="_blank">Kevin MacDonald</a> etiqueta de “<a href="http://www.kevinmacdonald.net/WhiteEthnocentrism.pdf" target="_blank">branquitude implícita</a>”. Algumas bocas foram atiradas na nossa direcção por um grupo de miúdas pretas e um negro sentiu-se compelido, por razões que não consegui discernir, a berrar “chupem a minha p***. Chupem a minha grande p*** preta” de modo a que todos ouvissem.<span id="more-897"></span></p>
<p>Os únicos negros que interagiam com os brancos eram vendedores não autorizados de bilhetes, cuja actividade foi ignorada pela força policial presente no local, totalmente composta por agentes negros.</p>
<p>No interior, o concerto foi um espectáculo electrizante de um rock energético ensurdecedor que enlouqueceu o público. Fumo, luzes, uma “Rosie” insuflável gigante (era preciso lá estar para ver) e, para a música final “For Those About to Rock, We Salute You”, seis canhões de artilharia em tamanho real foram arrastados para o palco e despoletados no momento apropriado. As mulheres manifestavam cornos com os dedos, o que ia bem com músicas como “Hell’s Bell’s” e “Higway to Hell”.</p>
<p>Diverti-me imenso. Mas o observador pró-branco existente em mim não conseguiu resistir em armar-se em antropólogo de campo ao mesmo tempo. Aqui estava eu, entre milhares de brancos, todos a comungar, se me permitem a liberdade, no que era essencialmente uma convergência pagã. As mesmas pessoas que manifestaram o seu ódio para com Sarah Palin não se sentiriam muito mais confortáveis com este panorama: um mar de machos brancos a esmurrar o ar e a berrar “oi!”, e a ocasional mulher atrevida – provavelmente não-feminista – a rodar com alegria.</p>
<p>Tenho certeza que os brancos cristãos conservadores não aprovariam muito disto. Mas se nós como brancos andamos à procura do que funciona, não devemos ignorar os brancos “viking” como elementos de uma vida branca vigorosa e saudável. Eles gostam da cerveja, do combate e do sexo. Correctamente direccionado, isto é o que uma raça na via da sobrevivência faz.</p>
<p>Numa análise mais profunda, decidi que a verdadeira função da música dos AC/DC é a de espicaçar os brancos para a guerra e para a fertilidade masculina. Novamente, não é mau para uma raça em declínio numérico e a perder a sua influência por todo o mundo ocidental. E tudo isto opera livre do escrutínio do SOS Racismo e de outros “caçadores de ódio”, porque está demasiado atenuado para ser considerado remotamente pró-branco (isto explica porque razão o criticismo do <a href="http://www.vdare.com/francis/lotr_racist.htm" target="_blank">“Senhor dos Anéis” como sendo “racista</a>” não ter sido levado a sério por ninguém – embora fosse real).</p>
<p>Ouvi dizer que nos concertos de outra banda de hard rock, os Pantera (com a qual não estou familiarizado, excepto o conhecimento de que não se trata de uma banda skinheade ou de “poder branco”), o implícito se torna ocasionalmente explícito com gritos de “poder branco”! Ainda bem. Quanto mais, melhor.</p>
<p>Há um mistério maravilhoso nas florestas negras dos nossos antepassados europeus – os espíritos, os gnomos, os elfos, as espadas, os machados, os cavaleiros, as donzelas, as bruxas e os feiticeiros, as fogueiras dos aquartelamentos. É um lago sem fundo para a inspiração branca, e tenho a certeza de que experiências como um concerto dos AC/DC tocam ao de leve nisso.</p>
<p>Seja lá o que for, os brancos aparecem, em grande número, prontos para rockar. Não precisamos de mais do que isso, se pensarmos bem.</p>
<p>Com a devida vénia ao <a href="http://www.theoccidentalobserver.net/authors/Donovan-ACDC.html" target="_blank">Occidental Observer</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A lista anti-semita do cómico francês</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/sociedade/a-lista-anti-semita-do-comico-frances_835.html</link>
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		<pubDate>Sun, 17 May 2009 21:41:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Asides]]></category>
		<category><![CDATA[Sionismo]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[
José Miguel Sardo &#8211; Ou a França perdeu o sentido de humor ou o humorista Dieudonné M&#8217;Bala M&#8217;Bala descobriu os limites do sarcasmo como arma contra o politicamente correcto. Há vários anos que as piadas cáusticas do comediante sobre negros, muçulmanos e judeus deixaram de provocar gargalhadas. Nas salas de teatro, as denúncias do cómico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-836 alignright" title="Dieudonné com Robert Faurisson e Michelle Renouf" src="http://pt.altermedia.info/images/faurissonrenoufdieudonne-300x171.jpg" alt="faurissonrenoufdieudonne" width="300" height="171" /></p>
<p><strong>José Miguel Sardo</strong> &#8211; Ou a França perdeu o sentido de humor ou o humorista Dieudonné M&#8217;Bala M&#8217;Bala descobriu os limites do sarcasmo como arma contra o politicamente correcto. Há vários anos que as piadas cáusticas do comediante sobre negros, muçulmanos e judeus deixaram de provocar gargalhadas. Nas salas de teatro, as denúncias do cómico contra o lóbi judaico em França suscitam agora sorrisos amarelos, anulações de espectáculos, manifestações violentas, processos e con- denações em tribunal por incitação ao ódio racial.</p>
<p>A sua última aposta política são as europeias de 7 de Junho, mas a sua lista &#8220;anticomunitária&#8221; e &#8220;anti-sionista&#8221; já esteve para ser interdita pelo Governo francês.</p>
<p>O humorista franco-camaronês de 43 anos, que no início dos anos 90 divertia o país com uma dupla insólita, ao lado de um comediante judeu, tornou-se hoje no protagonista das tensões comunitárias e do racismo que se habitou a caricaturar sobre o palco. <span id="more-835"></span>No popular duo Élie &amp; Dieudonné, o actor encarnava o personagem Bokassa, um negro, lado a lado com Cohen, um judeu, numa paródia aos preconceitos sobre as duas comunidades e ao discurso xenófobo da Frente Nacional de Jean Marie Le Pen. Uma provocação num país atormentado pela memória da deportação de judeus para campos de concentração nazis, pelo passado colonialista em África e pela tensão entre muçulmanos e judeus inflamada pelo conflito israelo-palestiniano. Mas a ousadia de tentar reconciliar duas comunidades através do humor acabaria por levar à ruptura do duo, em 1997, oficialmente por razões &#8220;mais pessoais que profissionais&#8221;. Desde então, os sketches contra o racismo e a discriminação alimentam o discurso de um Dieudonné convertido em &#8220;resistente&#8221; e político militante.</p>
<p>Nas regionais de 1998, o comediante lidera a campanha de uma lista baptizada &#8220;utópicos&#8221;, contra a Frente Nacional, de extrema-direita, em 2004 cria a lista &#8220;Europalestina&#8221;, para defender a causa palestiniana, em Março deste ano e em resposta à polémica em torno das suas declarações &#8220;anti-semitas&#8221;, decide reunir as figuras &#8220;pouco recomendáveis&#8221; do país numa lista &#8220;anticomunitarista e anti-sionista&#8221; às eleições europeias.</p>
<p>Ao contrário de Coluche, que nos anos 80 se candidatara às presidenciais francesas para parodiar a política, Dieudonné vai perder o sorriso ao transformar o palco em tribuna. Em 2003, um sketch à TV pública vai causar a ira da comunidade judaica. Disfarçado de judeu ultra-ortodoxo e entoando Heil Israel, Dieudonné afirma: &#8220;Incito os jovens nos subúrbios a converterem-se como eu (&#8230;) juntem-se ao eixo do bem, o eixo americano-sionista&#8221;. Desde então, as aparições em palco do actor rivalizam com as convocações em tribunal. As diversas condenações levaram salas de espectáculos como o Olympia a cancelarem os espectáculos do humorista e o presidente da Câmara de Paris, Bertrand Delanoë, a defender a proibição dos seus espectáculos na capital.</p>
<p>Uma polémica que vai marcar o novo repertório do artista que num espectáculo na Argélia classifica o Holocausto como &#8220;pornografia memorial&#8221;, citando uma historiadora israelita para se interrogar sobre as razões pelas quais &#8220;não se assinalam também os 400 anos de escravatura?&#8221; Apresentando-se como politicamente &#8220;anti-sionista&#8221; para denunciar o apoio francês a Israel ou para defender em público movimentos islamitas como o Hamas palestiniano ou o Hezbollah libanês, o comediante rejeita as acusações de anti-semitismo.</p>
<p>Banido da televisão, criticado pelas associações de luta contra o racismo e anti-semitismo, refugiado no Teatro de la Main d&#8217;Or, que adquiriu em Paris, só as declarações polémicas de Dieudonné vão continuar a ser notícia nos media, quando critica a &#8220;submissão dos dirigentes franceses ao conselho dos judeus de França&#8221;, ou afirma &#8220;preferir o carisma de Ussama Ben Laden ao de George W. Bush&#8221;. No final de 2008, em pleno espectáculo, atribuiu ao filósofo Robert Faurisson o prémio &#8220;da insolência&#8221; pelas teses negacionistas do Holocausto.</p>
<p>Um humor negro que cativa um novo público entre os jovens dos subúrbios pobres do país. Entre provocação e insolência, a apresentação da sua lista &#8220;anti-sionista&#8221; levou o chefe de gabinete do Presidente Sarkozy a exigir há dias a interdição da candidatura. No elenco de personalidades &#8220;pouco frequentáveis encontram-se dissidentes da extrema-direita, o fundador de um partido anti-sionista e até um escritor que põe em causa a tese dos atentados do 11 de Setembro.</p>
<p>Vinte e nove anos antes da polémica criada por Dieudonné, o humorista Coluche já afirmava que &#8220;os homens políticos são artistas de espectáculo, por isso qualquer artista pode ser político&#8221;.</p>
<p>Com a devida vénia ao <a href="http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1235232&amp;seccao=Europa">Diário de Notícias</a>.</p>
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		<title>Comércio, serviços e agricultura não pedem imigrantes</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/identidade/comercio-servicos-e-agricultura-nao-pedem-imigrantes_832.html</link>
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		<pubDate>Sun, 17 May 2009 21:30:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Identidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Ana Bela Ferreira &#8211; Estudo do Governo revela que o mercado não precisa da mão-de-obra estrangeira. Associações saem hoje à rua pedindo legalização para trabalhadores clandestinos
Sectores como o comércio, a agricultura, o têxtil, o calçado ou a prestação de serviços garantem não ter necessidade de mais mão de obra estrangeira no próximo ano. É isso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-811" title="pnrimigracao" src="http://pt.altermedia.info/images/pnrimigracao.jpg" alt="pnrimigracao" width="140" height="200" />Ana Bela Ferreira</strong> &#8211; Estudo do Governo revela que o mercado não precisa da mão-de-obra estrangeira. Associações saem hoje à rua pedindo legalização para trabalhadores clandestinos</p>
<p>Sectores como o comércio, a agricultura, o têxtil, o calçado ou a prestação de serviços garantem não ter necessidade de mais mão de obra estrangeira no próximo ano. É isso que indica o estudo no qual o Governo se baseou para reduzir para metade a definição da quota para novos imigrantes. O sociólogo Pedro Góis garante que &#8220;eles vão continuar a chegar e a encontrar o seu emprego&#8221;.</p>
<p>No estudo coordenado pelo Ministério do Trabalho e Solidariedade Social, a que o DN teve acesso, a indústria textil ou a agricultura falam de uma estagnação e estabilização da procura de mão-de-obra estrangeira. Outros, como os da prestação de serviços ou do calçado reconhecem também que não têm &#8220;necessidade acrescida&#8221; de novos imigrantes. Apenas no sector do construção, a contratação de mão-de-obra imigrante deverá depender da realização das grandes obras públicas, ainda não aprovadas. Os dados constam de um inquérito feito a 16 grandes, pequenas e médias empresas consideradas representativas do sectores, de forma a consolidar a informação sobre as oportunidades de emprego em 2009.<span id="more-832"></span></p>
<p>Nas conclusões do estudo é aconselhado um valor não superior a 3800 vagas, precisamente o número fixado pelo Governo para a concessão de vistos de residência a cidadãos de fora da UE durante este ano.</p>
<p>A quebra para metade da quota de imigrantes é mais um motivo que vai levar hoje os imigrantes às ruas de Lisboa, numa Acção de Luta Europeia (ver texto ao lado). À qual se soma a necessidade de sublinhar a &#8220;enorme riqueza demográfica e económica e a diversidade de cultura que os imigrantes dão às sociedades&#8221;, refere Timóteo Macedo, presidente da Associação Solidariedade Imigrante.</p>
<p>O investigador do Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra, Pedro Góis, lembra que &#8220;a quota é apenas uma decisão política e não é um número real&#8221; e garante que &#8220;Portugal precisa de mão de obra imigrante&#8221;. O sociólogo realça &#8220;o importante contributo económico, demográfico, cultural&#8221; destes trabalhadores estrangeiros.</p>
<p>&#8220;Não existe correlação entre o desemprego e a imigração&#8221;, defende também o antigo Alto Comissário para a Imigração e Minorias, José Leitão. Pelo contrário, &#8220;é conhecido o empreendorismo de origem imigrante, porque quem vem para Portugal vem para trabalhar&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não concordo com a redução das quotas, que é um problema difícil&#8221;, diz o ex-Alto Comissário para a Imigração e Minorias, António Vaz Pinto, que defende uma política de imigração &#8221; cuidadosa&#8221;.</p>
<p>Com a devida vénia ao <a href="http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1235176">Diário de Notícias</a>.</p>
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		<title>A cultura e o poder</title>
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		<pubDate>Sat, 16 May 2009 18:35:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Manuel Azinhal &#8211; Hoje como ontem a esquerda monopoliza a cultura e os meios de comunicação. É essencial compreender as causas e os efeitos desta situação. Hoje a herança estratégica do comunista Gramsci foi assumida pelos partidos socialistas ocidentais. Recordamos que Gramsci insistia no primado da infiltração cultural, em detrimento da violência, como caminho para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-822" title="cultura" src="http://pt.altermedia.info/images/cultura-219x300.jpg" alt="cultura" width="219" height="300" />Manuel Azinhal</strong> &#8211; Hoje como ontem a esquerda monopoliza a cultura e os meios de comunicação. É essencial compreender as causas e os efeitos desta situação. Hoje a herança estratégica do comunista Gramsci foi assumida pelos partidos socialistas ocidentais. Recordamos que Gramsci insistia no primado da infiltração cultural, em detrimento da violência, como caminho para a conquista do poder no Ocidente.</p>
<p>Trata-se de conquistar as superestruturas do poder (a imprensa, o cinema, o teatro, a rádio, a cátedra, as academias, a música, as salas de arte, os círculos intelectuais, etc.) para assim conquistar a sociedade civil e tomar o poder. O mundo da educação, o da cultura e o da informação são os objectivos preferenciais da infiltração esquerdista.</p>
<p>Decorridos já tantos anos desde a queda do Muro de Berlim, os comunistas, reciclados em social-democratas, continuam controlando a cultura e a informação em todo o Ocidente. A estratégia gramsciana passou de mãos comunistas para mãos socialistas, e os partidos socialistas ocidentais entregaram-se à sua admiração pela inteligência e o êxito que essa estratégia demonstrou. O fracasso do comunismo foi devido ao espantoso desastre económico, tecnológico e espiritual dos países que integravam o bloco soviético, mas a estratégia gramsciana de infiltração foi e continua a ser um êxito esquerdista no Ocidente.<span id="more-821"></span></p>
<p>O socialismo ocidental assumiu a linha da frente e a sua matraca ideológica bombardeia-nos diariamente por terra, mar e ar a partir da sua privilegiada posição no alto da colina cultural e informativa.<br />
E é bem sabido que quem domina a informação domina o poder político ou não tardará a consegui-lo. O mundo cultural e o informativo são as duas chaves que abrem a porta do poder político.</p>
<p>De pouco servirá à pusilânime e lerda direita liberal esgrimir êxitos económicos, se está condenada ao fracasso e à derrota devido aos seus complexos, mimetismo, cobardia e vazio cultural.</p>
<p>A frente ideológica é movimentada por uma infinidade de peões situados estrategicamente no universo da comunicação. Aplaude o progressismo desagregador na Igreja. Defende o aborto, estimula o divórcio, justifica a droga, regozija-se com a imoralidade sexual, ridiculariza a moral cristã, persegue o patriotismo, fomenta a homossexualidade, descristianiza a sociedade, ataca a família, manipula a informação, distorcendo, inventando ou silenciando notícias. A ditadura intelectual condiciona escritores, músicos, cantores, pintores, pois só permite o elogio aos que se manifestem numa linha determinada, enquanto vilipendia ou silencia os outros, com o que garante a subversão geral da cultura.</p>
<p>A ditadura intelectual instalada dedica-se a pastorear o rebanho do snobismo intelectual. Zomba da história. Fascina-se com a decadência, degeneração e depravação social que ela mesma contribui para criar. É capitalista no económico e esquerdista no moral e no espiritual, triste resultado da união bastarda entre a finança e o progressismo. A direita liberal (igualmente bastarda) não pode nem quer contrariar a influência mediática e cultural da esquerda, e passa rapidamente do vazio ideológico e cultural ao seguidismo mimético.</p>
<p>Sujeita ao asfixiante domínio da cultura de esquerda, a opinião pública permanece confundida e anestesiada pelo terrorismo intelectual do sistema. E assim se garante a manutenção do status quo, quando não o deslizar seguro no caminho do abismo, o caminho do suicídio das sociedades em que essa gangrena se instalou.</p>
<p>Com a devida vénia ao blogue <a href="http://viriatos.blogspot.com">O Sexo dos Anjos</a>.</p>
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		<title>Para o país deles e em força</title>
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		<pubDate>Sat, 16 May 2009 18:02:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[crime imigrante]]></category>

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		<description><![CDATA[Vítor Ramalho &#8211; O Bairro da Bela Vista passou a ser um território ocupado, para onde o governo envia com presa e em força a policia. Lembra-nos tempos idos, quando eclodiu a guerra em Africa, até nem faltam as criticas da esquerda para compor o ramalhete.
A escumalha que o sistema foi acantonado no bairro, para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-811" title="pnrimigracao" src="http://pt.altermedia.info/images/pnrimigracao.jpg" alt="pnrimigracao" width="140" height="200" />Vítor Ramalho</strong> &#8211; O Bairro da Bela Vista passou a ser um território ocupado, para onde o governo envia com presa e em força a policia. Lembra-nos tempos idos, quando eclodiu a guerra em Africa, até nem faltam as criticas da esquerda para compor o ramalhete.</p>
<p>A escumalha que o sistema foi acantonado no bairro, para fazer um stock de mão-de-obra barata e poder assim ter possibilidade de chantagear e derrotar qualquer luta dos trabalhadores, sente a mão branda da justiça e o apoio dos “democratas” do costume pelo vai tentar continuar com os desacatos.</p>
<p>Segundo informa o <a class="link" href="http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1227127" target="_new">JN</a> a tenção vai subir na Bela Vista, visto os gangues terem intenção de abater um agente policial e já existirem contactos com a Cova da Moura para se auxiliarem mutuamente.<span id="more-810"></span></p>
<p>É preciso dizer basta, não nos cansamos de repetir, é preciso repatriar quem não sabe nem quer viver segundo as nossas leis e costumes é preciso parar a criminalidade, sobretudo é necessário que se trave a imigração, sobretudo enquanto durar a crise, sobretudo enquanto houver um português desempregado, sobretudo enquanto ela for usada como forma de obter mão de obra barata e como tal factor altamente prejudicial à subida de salários.</p>
<p>Por mais <a class="link" href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1379666&amp;idCanal=62" target="_new">reuniões</a> que façam eles não conseguem resolver um problema de do qual fazem parte. Não esquecemos que foi este ministro que <a class="link" href="http://www.terraportuguesa.net/2009/05/propaganda-pro-imigracao-ao-estilo.html" target="_new">deu ordens às policias</a> para não revelarem a nacionalidade dos criminosos, e pressionou as direcções dos órgãos de informação para o mesmo. Para esta gente é preciso esconder a verdade o povo não tem direito a ser informado.</p>
<p>Concordamos plenamente com Jerónimo de Sousa o que se passa na Bela vista não é uma questão policial e que a culpas devem ser assacadas à crise. À crise económica e financeira cuja culpada é a direita e à crise cultural cuja culpada é a esquerda. À crise provocada pela imigração descontrolada tão defendida pela esquerda e pela direita.</p>
<p>Com a devida vénia ao blogue <a href="http://almapatria-patriaalma.blogspot.com/2007/11/luta-e-o-papel-das-vanguardas.html">Alma Pátria</a>.</p>
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		<title>1º de Maio de 2009</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/poltica-nacional/1-de-maio-de-2009_800.html</link>
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		<pubDate>Sat, 16 May 2009 16:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>

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		<description><![CDATA[José Pinto-Coelho &#8211; Portugueses! Esta celebração do 1º de Maio não é para os Nacionalistas a exaltação de uma classe social e muito menos da instigação à luta de classes.
Pelo contrário, trata-se da evocação do trabalho no seu todo, da produção nacional e de todos os agentes nela intervenientes. Trata-se sim do reconhecimento e da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-801" title="pnr1demaio2009" src="http://pt.altermedia.info/images/pnr1demaio2009-300x170.jpg" alt="pnr1demaio2009" width="300" height="170" />José Pinto-Coelho</strong> &#8211; Portugueses! Esta celebração do 1º de Maio não é para os Nacionalistas a exaltação de uma classe social e muito menos da instigação à luta de classes.</p>
<p>Pelo contrário, trata-se da evocação do trabalho no seu todo, da produção nacional e de todos os agentes nela intervenientes. Trata-se sim do reconhecimento e da necessidade de cooperação entre todos para a melhoria de vida dos portugueses, para o progresso e independência nacionais.</p>
<p>É assim que exaltamos este bem que escasseia cada vez mais: o trabalho!<br />
O trabalho, longe de ser encarado como fardo, castigo ou exploração, deve sê-lo antes, como algo que contribui para o desenvolvimento nacional e individual. Algo que nos aperfeiçoa, realiza e liberta.<span id="more-800"></span></p>
<p>O emprego em Portugal está pelas ruas da amargura!</p>
<p>Actualmente, temos cerca de 500 mil desempregados, número este que cresce à razão de mais de 700 por dia, e temos também cerca de 500 mil imigrantes, claro está que este número não conta com os ilegais nem com aqueles a quem irresponsavelmente se atribuiu a nacionalidade portuguesa.</p>
<p>Temos também aqueles portugueses que, em número cada vez maior deixam Portugal para encontrarem melhores condições de vida lá fora. Isto acontece porque Portugal, em vez de cuidar dos seus filhos, despreza-os. Para os portugueses tudo são obrigações e complicações; já para a maioria dos imigrantes, parecemos mais a “Santa Casa da Misericórdia”…</p>
<p>Os portugueses têm que se sujeitar à concorrência desleal, ao emprego precário, à exploração e à angústia constante da possibilidade de desemprego. Somos reféns desta injustiça social onde os ricos são cada vez mais ricos, a classe média cada vez mais pobre e onde as famílias estão fortemente endividadas!</p>
<p>Os políticos andam alarmados com uma crise tremenda que, sendo verdadeira, foi gerada por eles e serve de desculpa para tudo.</p>
<p>Há que separar as águas! Uma coisa é a crise; outra coisa é aquilo que a ela se sobrepõe, agravando-a: corrupção e injustiça social!</p>
<p>Naquilo que à crise diz respeito, há que ter em conta que a comunicação social acaba por gerar um clima de alarme que em nada contribui para a retoma da confiança dos mercados, antes contribuindo para a paralisação da actividade económica.</p>
<p>Também não podemos ignorar todos aqueles que, sem escrúpulos, se aproveitam da crise para procedem a despedimentos em massa ou a falências oportunistas.</p>
<p>Mas para lá dessa crise que efectivamente afecta a maioria das pessoas com gravidade, bem pior que isso é a corrupção que se vive em Portugal desde há 35 anos e o crescente fosso que separa ricos e pobres, retratando assim uma terrível injustiça social. Portugal caminha a passos largos para o terceiro-mundismo! Criminalidade, desemprego, injustiça social, fosso gigante entre os ricos e a classe média com a corda na garganta, um quinto da população na pobreza… O que é isto senão um país de terceiro mundo, embora europeu?</p>
<p>Voltando à crise: a culpa é da classe política.</p>
<p>É desses “iluminados” que em Portugal e por todo o lado defendem com unhas e dentes a globalização, quer a económica, quer a multicultural. Quanto maior é a nossa dependência e a nossa diluição no mundialismo descaracterizado, menor é, obviamente, a nossa capacidade de combater esta ou outras crises que nos entrem porta dentro.</p>
<p>Voltando à corrupção: a culpa é da classe política.</p>
<p>É desses “libertadores” abrileiros que alimentam o compadrio, o carreirismo, o tráfico de influências, levando a que os poderosos o sejam cada vez mais e que sejam intocáveis por mais tropelias que façam. A Justiça – ou falta dela &#8211; em Portugal é uma vergonha porque está controlada por essa gente esquerdista.</p>
<p>Voltando à injustiça social: a culpa é também da classe política.</p>
<p>É desses “campeões” da igualdade, mas que nos brindam sistematicamente com a mais gritante desigualdade, como por exemplo, o facto de ao comum dos assalariados se aplicar implacavelmente o áspero Código de Trabalho, mas por outro lado, termos que confiar na palavra dos senhores Deputados, que face a uma semana de falta ao trabalho lhes baste simplesmente dizer que estiveram doentes…</p>
<p>Doente está o país! Está tudo de pernas para o ar!</p>
<p>E onde se encontram então as soluções?<br />
Numa palavra: Nacionalismo!<br />
Noutra: PNR!</p>
<p>Estas soluções passam pelo proteccionismo, embora sem isolacionismo.</p>
<p>Passam pela preferência de emprego aos nacionais e não pela exploração da mão-de-obra imigrante.</p>
<p>Passam pelo investimento na produção nacional e não pela destruição do nosso tecido produtivo obedecendo às ordens de Bruxelas.</p>
<p>Passam pelo retorno à nossa moeda nacional – o Escudo! – e não pela submissão a uma moeda estranha que arrasou o poder de compra dos portugueses e nos retira os mecanismos necessários para melhor combater a crise.</p>
<p>Passam pelo combate implacável aos corruptos, aos usurpadores de funções aos criminosos de colarinho branco e não pelo seu branqueamento e pelo uso de truques que os mantém intocáveis.</p>
<p>Passam pelo apoio efectivo às famílias, aos trabalhadores, aos empreendedores nacionais e não pela subserviência a tudo o que vem de fora.</p>
<p>Passam pelo investimento decidido no sector energético, nomeadamente no nuclear, que nos torna mais autónomos nessa matéria, e não pela teimosia de obras megalómanas que além de aumentarem a nossa dívida externa vão endividar severamente as futuras gerações e dão emprego sobretudo a mais imigrantes que, depois de terminadas as obras ficam por cá a viverem de subsídios e de criminalidade.</p>
<p>Já chega de tantas injustiças e de políticas irresponsáveis!</p>
<p>Não podemos continuar a consumir aquilo que não produzimos.<br />
Não podemos continuar a iludir os portugueses e a endividá-los.<br />
Não podemos continuar a hipotecar a independência nacional e o nosso futuro.</p>
<p>É por isso que no próximo dia 7 de Junho, na Eleição para o Parlamento Europeu, os portugueses precisam de dar um sinal claro de que querem mudar o rumo de Portugal e castigar os grandes culpados de sempre com o seu voto no PNR que está muito bem representado por <a href="http://reverentia-lusa.blogspot.com">Humberto Nuno de Oliveira</a>.</p>
<p>É que votar no PNR não é votar em falsos compromissos ou em palavrinhas hipócritas e politicamente correctas.<br />
Votar no PNR é votar na mudança!<br />
É votar na coragem e na coerência!<br />
É votar em quem defende Portugal e os portugueses em primeiro lugar!<br />
É nisso que consiste o nosso proteccionismo.</p>
<p>Pela Nação e pelo Trabalho,<br />
viva o PNR e viva Portugal!</p>
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