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	<title>Altermedia Portugal - na rede desde 17 de Junho de 2003 &#187; crime imigrante</title>
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	<description>Numa era em que a mentira é universal, dizer a verdade é um acto revolucionário. (George Orwell)</description>
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		<title>Cada vez mais polícias compram material à sua custa</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/poltica-nacional/cada-vez-mais-policias-compram-material-a-sua-custa_973.html</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 21:37:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Asides]]></category>
		<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[crime imigrante]]></category>

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		<description><![CDATA[Valentina Marcelino &#8211; O medo de serem agredidos ou baleados está a levar cada vez mais polícias a gastar do seu bolso para comprarem equipamento de protecção. Há empresas que fazem descontos e deixam pagar a prestações.
Os agentes da PSP e militares da GNR estão a comprar, às próprias custas, equipamento básico de protecção pessoal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-974" title="Agentes da PSP" src="http://pt.altermedia.info/images/policias-300x142.jpg" alt="Agentes da PSP" width="300" height="142" />Valentina Marcelino</strong> &#8211; O medo de serem agredidos ou baleados está a levar cada vez mais polícias a gastar do seu bolso para comprarem equipamento de protecção. Há empresas que fazem descontos e deixam pagar a prestações.</p>
<p>Os agentes da PSP e militares da GNR estão a comprar, às próprias custas, equipamento básico de protecção pessoal que não está a ser garantido pelos comandos. Chega ao ponto de as maiores estruturas sindicais destas forças de segurança terem feito acordos com empresas privadas para conseguirem descontos e facilidades de pagamento a prestações.<span id="more-973"></span></p>
<p>Segundo informação recolhida pelo DN, estas aquisições aumentaram 40% no último ano e os pedidos de informação duplicaram.</p>
<p>&#8220;A partir do momento em que os polícias começaram a assistir ao aumento do crime violento e a ver colegas a morrer e a ficarem feridos, instalou-se um grande sentimento de insegurança e a necessidade de se sentirem mais protegidos&#8221;, explica Paulo Rodrigues, presidente a ASPP (Associação Sindical de Profissionais de Polícia). Dá como exemplo o Corpo de Intervenção, uma unidade de elite da PSP, ao qual pertence, cujos elementos compraram &#8220;vário material à sua conta, incluindo coletes anti-balas&#8221;. O sindicalista diz que &#8220;há destacamentos do CI que caso tenham de sair todos para uma operação não têm coletes para todos. Por isso houve elementos que sentiram necessidade de os comprar&#8221;. E não são baratos (ver imagem ao lado).</p>
<p>Para responder &#8220;a estas preocupações, cada vez mais frequentes, dos polícias&#8221;, a ASPP fez um acordo com uma empresa da especialidade &#8211; por sinal a mesma vende para o ministério da Administração Interna (MAI) &#8211; para que os associados &#8220;pudessem adquirir o equipamento com garantia de qualidade e com facilidades de pagamento&#8221;.</p>
<p>Quer a ASPP quer a Associação Profissional da GNR (APG) garantem que não &#8220;ganham nada com o negócio&#8221;. O dirigente da APG, José Manageiro, lamenta que &#8220;se chegue a este ponto: como o Estado não cumpre as suas obrigações nesta matéria, têm de ser os profissionais a pagar do seu bolso a protecção da própria vida&#8221;. &#8220;Os decretos-lei não desviam as balas e se não for assim não se sentem protegidos&#8221;, acrescenta.</p>
<p>O MAI remete a responsabilidade para a PSP e GNR. O porta-voz lembra que &#8220;as verbas para equipar as Forças de Segurança saem do Orçamento de Estado proposto pelo Governo e aprovado pela Assembleia da República, cuja execução é assegurada pelo MAI. A actividade respeitante à organização, gestão e aquisição de meios e equipamentos é da competência da Direcção Nacional da PSP e do Comando-Geral da GNR&#8221;.</p>
<p>Se houvesse dúvidas sobre o sentimento de insegurança dos polícias elas são eliminadas com o &#8220;aumento de 40% nas encomendas, só no último ano&#8221;, segundo o director da empresa que fez o protocolo. &#8220;Num ano de crise as nossas vendas dispararam e 97% dos nossos clientes são polícias&#8221;, sublinha Carlos Amaro.</p>
<p>O sucesso do &#8220;kit policial&#8221; foi tal que vai ser lançada uma nova campanha que aumenta de 13 para 35 elementos o conjunto de protecção pessoal que este empresário considera &#8220;básico&#8221; para um polícia. Das simples algemas, aos coldres, passando por botas, até ao colete balístico, tudo pode ser adquirido em prestações. O &#8220;kit&#8221; total custa cerca de 1260 euros.</p>
<p>Com a devida vénia ao <a href="http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1307371" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em></a>.</p>
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		<title>Criminalidade, pobreza e demagogia</title>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2009 22:44:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[crime imigrante]]></category>

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		<description><![CDATA[Maria José Nogueira Pinto &#8211; No último debate parlamentar a pobreza foi trazida à colação a reboque do sucedido no Bairro da Bela Vista, em Setúbal, com base numa percepção sem qualquer evidência científica mas que serviu de arma de arremesso entre bancadas e Governo.
Existem, de facto, algumas dezenas de bairros &#8220;sociais&#8221; problemáticos porque neles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-867" title="Maria José Nogueira Pinto" src="http://pt.altermedia.info/images/mariajosenogueirapinto.jpg" alt="mariajosenogueirapinto" width="198" height="297" />Maria José Nogueira Pinto</strong> &#8211; No último debate parlamentar a pobreza foi trazida à colação a reboque do sucedido no Bairro da Bela Vista, em Setúbal, com base numa percepção sem qualquer evidência científica mas que serviu de arma de arremesso entre bancadas e Governo.</p>
<p>Existem, de facto, algumas dezenas de bairros &#8220;sociais&#8221; problemáticos porque neles se concentra, de modo excessivo e desordenado, um sem-fim de problemas: má concepção urbanística, deslocalização de agregados familiares sem critérios de razoabilidade de que resultou uma mistura populacional pouco recomendável e o próprio alheamento das autarquias, donas daqueles territórios, adiando medidas necessárias mas incómodas.</p>
<p>Sabemos que territórios urbanos segregados tendem a ser dominados por gangues que aí desenvolvem actividades ilícitas, criando uma forte economia paralela: têm dinheiro, têm um território próprio e tornam-se muito poderosos. Porém, ao contrário do que alguns pensam, constituem uma minoria no conjunto da população residente. População que estes grupos minoritários dominam pelo terror. Não se trata de nenhum fenómeno novo, nem sequer em Portugal<span id="more-868"></span></p>
<p>O combate a esta criminalidade impõe-se, antes de mais, em nome dos que ali vivem e têm direito a um mínimo de tranquilidade, a criarem os seus filhos num ambiente seguro, a não serem dominados e empurrados para uma exclusão crescente. Foi para eles, afinal, que estes bairros foram construídos e, apesar dos erros, deviam constituir um novo ponto de partida nas suas vidas.</p>
<p>Sucede que esta é uma criminalidade difícil de combater por se localizar em espaços densamente povoados, por ser critica a informação num clima de medo e retaliação, sobretudo quando se sabe que os eventuais detidos são postos em liberdade poucas horas depois. Para que este combate seja bem sucedido não basta gritar por mais polícia e mais armas. E nada mais perigoso do que estabelecer um nexo de causalidade simplista entre criminalidade, pobreza e crise.</p>
<p>No debate parlamentar, entre bancadas e Governo, misturou-se tudo &#8211; conceitos e realidades &#8211; à boa maneira portuguesa, só que, agora, os tempos não estão para demagogias. É preciso combater a criminalidade nestes espaços, o que passa por actuar sobre eles com auctoritas, conhecimento e domínio das situações e uma visão interdisciplinar em que a intervenção social, tal como a urbanística, tem a sua função específica.</p>
<p>Questão muito diferente é tentar perceber se o empobrecimento súbito de extractos da classe média, provocado pelo desemprego e agravado pelo facto de 38% dos desempregados não beneficiarem de qualquer prestação pecuniária, pode, ou não, vir a gerar formas de agitação social. Para os denominados &#8220;novos pobres&#8221; o Governo prometeu pacotes de medidas que parecem não chegar aos destinatários.</p>
<p>Se o debate parlamentar se fizesse junto das redes de proximidade que a sociedade civil e a Igreja têm no terreno, outras coisas seriam ditas e outras consequências se retirariam. Como assim não é, resta-nos ter esperança no trabalho constante destas entidades e no rasgo de engenho que as tem levado a criarem, com a rapidez que situações de emergência requerem, respostas inovadoras para problemas sociais novos, de que são testemunho o simpósio &#8220;Reinventar a Solidariedade&#8221; e a Campanha País Solidário.</p>
<p>Entretanto, e curiosamente, deixamos de ouvir falar dos pobres &#8220;tradicionais&#8221; (cerca de dois milhões) que Portugal acumulou ao longo das duas últimas décadas. Milhões de contos e euros foram injectados num sistema estéril, assente numa subsidiodependência de que o Rendimento de Inserção Social é o expoente máximo com os seus miseráveis 3% de taxa de sucesso! O silêncio é compreensível: a Solidariedade Social do Estado constitui o núcleo duro da máquina de propaganda eleitoral do PS. Subsídios e votos sempre se deram bem.</p>
<p>Com a devida vénia ao <a href="http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1239114&amp;seccao=Maria%20Jos%E9%20Nogueira%20Pinto&amp;tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco" target="_blank">Diário de Notícias</a>.</p>
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		<title>Se Portugal fosse um país a sério&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 20:59:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[crime imigrante]]></category>

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		<description><![CDATA[José Pacheco Pereira &#8211; Se Portugal fosse um país a sério, não deixaria sequer um político balbuciar (como fazem no Bloco de Esquerda), face aos acontecimentos no Bairro da Bela Vista, que se trata de uma “questão social”. Que a Igreja o diga, ainda se percebe, porque o seu Reino não é cá na Terra, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-856" title="José Pacheco Pereira" src="http://pt.altermedia.info/images/josepachecopereira-300x300.jpg" alt="josepachecopereira" width="207" height="207" />José Pacheco Pereira</strong> &#8211; Se Portugal fosse um país a sério, não deixaria sequer um político balbuciar (como fazem no Bloco de Esquerda), face aos acontecimentos no Bairro da Bela Vista, que se trata de uma “questão social”. Que a Igreja o diga, ainda se percebe, porque o seu Reino não é cá na Terra, e a caridade com o bom e o mau ladrão faz parte da sua missão. Mas a caridade não é a missão do Estado. A missão de Estado é garantir a nossa segurança, sem mas, nem ambiguidades.</p>
<p>É inaceitável que tal se diga como explicação, argumento, desculpa, hesitação, em vez de dizer-se claramente que os pobres não fazem carjacking, não se armam com uma caçadeira e não vão assaltar bancos, bombas de gasolina, ourives e ourivesarias, e caixas multibanco, para comprar roupa de marca. A subcultura da violência que se instalou nalguns bairros de Lisboa, Setúbal e no Porto, com todas as variantes que vão da violência do futebol e das claques (já todos estão esquecidos do rap dos Ultras da Ribeira) aos gangs organizados, é, como todas as coisas, “social”, mas é, primeiro e antes de tudo, criminal. É mais próxima das organizações mafiosas e camorristas, com os seus códigos de honra que servem como factor de identidade e de defesa contra a polícia, do fascismo e da violência terrorista.</p>
<p>Que o diga a maioria dos habitantes desses bairros, gente pacífica e, essa sim, atingida pela pobreza e pela exclusão, mas que ainda arranja forças para ir trabalhar nas limpezas de escritórios às seis da manhã, ou para a construção civil nas carrinhas dos subempreiteiros. Essa sabe muito bem a violência de que é vítima pelos mesmos que, nos momentos cruciais, os jornais e comunicação social hesitam em dizer a cor e a tribo, porque não é politicamente correcto, hesitam em nomear como gangster, ou em tratar… como criminoso. Aparecessem eles de mão ao alto e cabeça rapada, com tatuagens com cruzes gamadas, em vez de ouvirem o kuduro, serem cool niggers, e muito SOS Racismo, e haveria um coro repressivo de mata e esfola. Assim é um “problema social” que eles, coitados, resolvem a tiro e a cocktail Molotov, e a duzentos à hora, porque não têm emprego nas obras.</p>
<p>Com a devida vénia ao blogue <a href="http://abrupto.blogspot.com/2009/05/se-portugal-fosse-um-pais-serio_3967.html" target="_blank">Abrupto</a>.</p>
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		<title>Para o país deles e em força</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/crime-imigrante/para-o-pais-deles-e-em-forca_810.html</link>
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		<pubDate>Sat, 16 May 2009 18:02:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Asides]]></category>
		<category><![CDATA[crime imigrante]]></category>

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		<description><![CDATA[Vítor Ramalho &#8211; O Bairro da Bela Vista passou a ser um território ocupado, para onde o governo envia com presa e em força a policia. Lembra-nos tempos idos, quando eclodiu a guerra em Africa, até nem faltam as criticas da esquerda para compor o ramalhete.
A escumalha que o sistema foi acantonado no bairro, para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-811" title="pnrimigracao" src="http://pt.altermedia.info/images/pnrimigracao.jpg" alt="pnrimigracao" width="140" height="200" />Vítor Ramalho</strong> &#8211; O Bairro da Bela Vista passou a ser um território ocupado, para onde o governo envia com presa e em força a policia. Lembra-nos tempos idos, quando eclodiu a guerra em Africa, até nem faltam as criticas da esquerda para compor o ramalhete.</p>
<p>A escumalha que o sistema foi acantonado no bairro, para fazer um stock de mão-de-obra barata e poder assim ter possibilidade de chantagear e derrotar qualquer luta dos trabalhadores, sente a mão branda da justiça e o apoio dos “democratas” do costume pelo vai tentar continuar com os desacatos.</p>
<p>Segundo informa o <a class="link" href="http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1227127" target="_new">JN</a> a tenção vai subir na Bela Vista, visto os gangues terem intenção de abater um agente policial e já existirem contactos com a Cova da Moura para se auxiliarem mutuamente.<span id="more-810"></span></p>
<p>É preciso dizer basta, não nos cansamos de repetir, é preciso repatriar quem não sabe nem quer viver segundo as nossas leis e costumes é preciso parar a criminalidade, sobretudo é necessário que se trave a imigração, sobretudo enquanto durar a crise, sobretudo enquanto houver um português desempregado, sobretudo enquanto ela for usada como forma de obter mão de obra barata e como tal factor altamente prejudicial à subida de salários.</p>
<p>Por mais <a class="link" href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1379666&amp;idCanal=62" target="_new">reuniões</a> que façam eles não conseguem resolver um problema de do qual fazem parte. Não esquecemos que foi este ministro que <a class="link" href="http://www.terraportuguesa.net/2009/05/propaganda-pro-imigracao-ao-estilo.html" target="_new">deu ordens às policias</a> para não revelarem a nacionalidade dos criminosos, e pressionou as direcções dos órgãos de informação para o mesmo. Para esta gente é preciso esconder a verdade o povo não tem direito a ser informado.</p>
<p>Concordamos plenamente com Jerónimo de Sousa o que se passa na Bela vista não é uma questão policial e que a culpas devem ser assacadas à crise. À crise económica e financeira cuja culpada é a direita e à crise cultural cuja culpada é a esquerda. À crise provocada pela imigração descontrolada tão defendida pela esquerda e pela direita.</p>
<p>Com a devida vénia ao blogue <a href="http://almapatria-patriaalma.blogspot.com/2007/11/luta-e-o-papel-das-vanguardas.html">Alma Pátria</a>.</p>
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		<title>Dezenas de prostitutas identificadas pela GNR, apreendidos 30 mil euros, ouro e carros usados no transporte das mulheres</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jan 2008 10:31:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Azoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[crime imigrante]]></category>

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		<description><![CDATA[Quatro indivíduos &#8211; dois portugueses e duas brasileiras &#8211; foram constituídos arguidos ontem pela prática do crime de lenocínio, três estrangeiros foram detidos por situação ilegal no País e outros 33 identificados. Às detenções junta-se a apreensão de 30 mil euros em dinheiro, diverso ouro e nove veículos. Este foi o resultado da mega-operação que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dn.sapo.pt/2008/01/30/114369.jpg" />Quatro indivíduos &#8211; dois portugueses e <strong>duas brasileiras</strong> &#8211; foram constituídos arguidos ontem pela prática do crime de lenocínio, <strong>três estrangeiros</strong> foram detidos por situação ilegal no País <strong>e outros 33</strong> identificados. Às detenções junta-se a apreensão de 30 mil euros em dinheiro, diverso ouro e nove veículos. Este foi o resultado da mega-operação que a GNR de Santo Tirso montou em Braga, Vila do Conde, Póvoa de Varzim, Barcelos e Vila Nova de Gaia.</p>
<p>Segundo a GNR, a operação começou, em simultâneo, por volta da 01.00 em três casas de alterne: Eden, em Vila do Conde, Residencial Cairense, em Braga, e Ribalta, em Barcelos. O combate ao crime de lenocínio prolongou-se até às 07.00. Depois os militares realizam várias buscas em casas, situadas em Braga, Póvoa de Varzim e Vila Nova de Gaia, que pertencem a indivíduos relacionados com os estabelecimentos que foram alvo de rusga. Um stand de automóveis de Braga, propriedade de um dos proprietários de uma casa de alterne, foi alvo de busca.</p>
<p>No âmbito do combate ao crime do lenocínio, a GNR constituiu arguidos dois portugueses e duas brasileiras, com idades compreendidas entre os 29 e os 39 anos, e notificou-os para comparecerem hoje em tribunal para prestarem declarações.<br />
<span id="more-700"></span><br />
O grupo não ficou detido. Nesses estabelecimentos relacionados com a prática de prostituição foram ainda identificados 35 estrangeiros, na maioria dos casos mulheres de nacionalidade brasileira, por situação ilegal .</p>
<p>A GNR apreendeu 30 mil euros , nove viaturas, duas delas topo de gama, nomeadamente Mercedes e Volvo, usados no transporte das prostitutas para casas de alterne. Foi ainda encontrado ouro, computadores, lençóis e preservativos.</p>
<p><em><strong>Diário de Notícias</strong></em>, 30 de Janeiro de 2008</p>
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