<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Altermedia Portugal - na rede desde 17 de Junho de 2003 &#187; Economia</title>
	<atom:link href="http://pt.altermedia.info/news/economia/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://pt.altermedia.info</link>
	<description>Numa era em que a mentira é universal, dizer a verdade é um acto revolucionário. (George Orwell)</description>
	<lastBuildDate>Sat, 29 Aug 2009 18:37:18 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>A exploração de mão-de-obra imigrante como fórmula para sair da crise</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/sociedade/a-exploracao-de-mao-de-obra-imigrante-como-formula-para-sair-da-crise_870.html</link>
		<comments>http://pt.altermedia.info/sociedade/a-exploracao-de-mao-de-obra-imigrante-como-formula-para-sair-da-crise_870.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 May 2009 23:01:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.altermedia.info/?p=870</guid>
		<description><![CDATA[Minuto Digital &#8211; Uma vez mais a irresponsabilidade parte da ONU. O director geral da Organização Internacional para as Migrações (OIM), William Lacy Swing, aposta em “manter os mercados abertos” aos imigrantes para “estimular a recuperação económica”. Segundo este alto executivo da ONU num momento de recessão convém “manter os mercados abertos aos imigrantes” e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-871" title="Imigrantes" src="http://pt.altermedia.info/images/imigrantes-300x157.jpg" alt="Imigrantes" width="300" height="157" />Minuto Digital</strong> &#8211; Uma vez mais a irresponsabilidade parte da ONU. O director geral da Organização Internacional para as Migrações (OIM), William Lacy Swing, aposta em “manter os mercados abertos” aos imigrantes para “estimular a recuperação económica”. Segundo este alto executivo da ONU num momento de recessão convém “manter os mercados abertos aos imigrantes” e lamentou que a crise económica leve a alguns governos a “endurecer as atitudes para com os imigrantes” e a “enviá-los para casa”. Neste sentido, Swing reclama uma “maior solidariedade entre os países de origem e de destino nas alturas de crise” e destacou que “os imigrantes são parte da solução, não o problema, na superação da actual recessão mundial”.</p>
<p>O que Swing não explicou é como é possível esse milagre. Como é possível que não existindo postos de trabalho já nem para os nacionais e com os imigrantes residentes na Europa a engrossar massivamente as listas de desemprego e portanto sendo um custo adicional para as já minguadas arcas do Estado, seja possível que manter os níveis de imigração seja parte da solução.</p>
<p>Salvo naturalmente que se socorra da mão-de-obra barata da imigração para reduzir os custos e aumentar os lucros das empresas. Ou seja, que o capital explore os trabalhadores imigrantes porque não lhes ocorre mais nada, seja o que for, além de prejudicar os trabalhadores espanhóis. E os sindicatos? Que opinam destas soluções os sindicatos? A eles o seu, a engordar à custa dos dinheiros públicos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.altermedia.info/sociedade/a-exploracao-de-mao-de-obra-imigrante-como-formula-para-sair-da-crise_870.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os pobres estão proibidos</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/cultura/os-pobres-estao-proibidos_777.html</link>
		<comments>http://pt.altermedia.info/cultura/os-pobres-estao-proibidos_777.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 08:11:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Azoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.altermedia.info/cultura/os-pobres-estao-proibidos_777.html</guid>
		<description><![CDATA[João César das Neves
O mundo moderno orgulha-se da sensibilidade social e preocupação com os necessitados. O Governo faz gala nisso. O nosso tempo acaba de conseguir uma grande vitória na vida dos pobres. Não acabou com a miséria. Limitou-se a proibi-la. É que, sabem, a pobreza viola os direitos do consumidor e as regras higiénicas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://montborg.blogia.com/upload/20051116190644-pobres-thumb.jpg" height="151" width="199" /><strong>João César das Neves</strong></p>
<p>O mundo moderno orgulha-se da sensibilidade social e preocupação com os necessitados. O Governo faz gala nisso. O nosso tempo acaba de conseguir uma grande vitória na vida dos pobres. Não acabou com a miséria. Limitou-se a proibi-la. É que, sabem, a pobreza viola os direitos do consumidor e as regras higiénicas da produção.</p>
<p>A nova polícia encarregada de vigiar a interdição da indigência é a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, ASAE. Segundo as regras por que se rege, grande parte dos pequenos negócios, empresas modestas e produtos tradicionais, bem como as vendas, bens e esmolas de que vivem as pessoas carenciadas ficam banidas. É pena, mas não há lugar para pobres na sociedade asséptica que pretendemos.</p>
<p>É evidente que as exigências impostas nos regulamentos e fiscalizadas nas inspecções impossibilitam a sobrevivência das empresas menores. Obras necessárias, aparelhos impostos, dimensões requeridas são inacessíveis, excepto às multinacionais, grandes cadeias e empresas ricas, que a lei favorece. Os pequenos ficam rejeitados. Pode dizer-se que a actuação da ASAE constitui o maior ataque aos pobres desde o fim da escravatura.</p>
<p><span id="more-777"></span> Alguns argumentam que não é esse o espírito da lei nem o sentido da acção da Autoridade. Mas as notícias recentes desmentem essa interpretação favorável. O número de velhas tradições alimentares agredidas é tal que deixou de ser novidade. A 14 de Janeiro passado, a ASAE visitou o Centro de Dia de Póvoa da Atalaia, Fundão. Aí impôs obras caras, destruiu a marmelada que tinha sido oferecida pelos vizinhos e levou frangos e pastéis dados como esmola (Lusa, 06.03.2008). O jejum a que a Autoridade condenou aqueles pobres velhos foi feito em defesa da sua higiene alimentar. Parece que ter fome não é contra os regulamentos do consumidor.</p>
<p>Para juntar insulto ao agravo, recentemente a Autoridade lançou a sua &#8220;maior operação de sempre&#8221; com prisões e apreensões para &#8220;celebrar o dia do consumidor&#8221; (Lusa, 14.03.2008). Como os selvagens, a ASAE celebra contando escalpes. Entretanto os verdadeiros criminosos continuam a operar e a criar problemas sanitários e ambientais. O mais trágico nesta tolice monstruosa é que, enquanto anda a perder tempo a perseguir os pobres, a ASAE descura a sua verdadeira missão, que é mesmo muito importante.</p>
<p>Será que alguém pode ser tão estúpido, insensível e maldoso? Esta hipótese nunca deve ser descartada, sobretudo nos tempos que correm. Mas a explicação é capaz de ser outra. Só um iluminado pode fazer erros tão crassos. O que realmente se passa é que a ASAE não se considera uma polícia nem se vê a perseguir malfeitores. A sua missão suprema é educar o povo para a segurança alimentar. A finalidade é mudar o mundo. O seu objecto são, não os criminosos, mas toda a população. O que temos aqui é um conjunto de fanáticos com meios para impor às gentes ignaras o que julga ser o seu verdadeiro bem. Desta atitude saíram as maiores catástrofes da história.</p>
<p>Mas a culpa última não é da ASAE. Ela é responsável pela arrogância, tolice e insensibilidade com que aplica a lei. Mas a origem está nas autoridades portuguesas e europeias que criaram um tal emaranhado de ordens, regras e regulamentos que impedem a vida comum. A incongruência e irresponsabilidade da legislação, nas mãos de fanáticos, criam inevitáveis desgraças. A lei anula-se a si mesma. Ao promover o consumidor esquece o produtor, ao favorecer o investimento ignora o ambiente, ao cuidar do mercado desequilibra a saúde. Quem queira cumprir à risca o estipulado não sobrevive. Nem sequer quem o impõe: &#8220;Sede da ASAE <em>[no Porto] </em>não cumpre regras impostas pela ASAE&#8221; (<em>JN</em>, 17 de Fevereiro).</p>
<p>Numa sociedade democrática, a responsabilidade última está nos eleitores. Os séculos futuros vão rir de um tempo tão ingénuo que quis leis e regulamentos para todo e qualquer aspecto da vida. Esta obsessão legalista, mecanicista, materialista, se nos traz ganhos importantes, acaba por asfixiar a realidade. Como sempre, os pobres são os primeiros a sofrer.</p>
<p><em><strong>Diário de Notícias</strong></em>, 31 de Março de 2008</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.altermedia.info/cultura/os-pobres-estao-proibidos_777.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Portugueses ainda têm 41,3 milhões de contos</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/economia/portugueses-ainda-tem-413-milhoes-de-contos_693.html</link>
		<comments>http://pt.altermedia.info/economia/portugueses-ainda-tem-413-milhoes-de-contos_693.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2008 13:33:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Azoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.altermedia.info/economia/portugueses-ainda-tem-413-milhoes-de-contos_693.html</guid>
		<description><![CDATA[Os portugueses ainda guardam muitos milhões de notas de escudos em casa. De acordo com os dados ontem divulgados pelo boletim estatístico do Banco de Portugal estão ainda por recolher 206,3 milhões de euros, um valor dividido por mais de 40,5 milhões de notas esquecidas em gavetas, baús, mealheiros ou outros locais.
Na denominação monetária anterior, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os portugueses ainda guardam muitos milhões de notas de escudos em casa. De acordo com os dados ontem divulgados pelo boletim estatístico do Banco de Portugal estão ainda por recolher 206,3 milhões de euros, um valor dividido por mais de 40,5 milhões de notas esquecidas em gavetas, baús, mealheiros ou outros locais.</p>
<p>Na denominação monetária anterior, tal significa que são mais de 41,3 milhões de contos, com os portugueses a guardarem, em maior número, notas de cem e de quinhentos escudos. Sem esquecer que estes valores dizem apenas respeito a notas em escudos, uma vez que as moedas já não podem ser trocadas por euros desde 2002.</p>
<p><span id="more-693"></span></p>
<p>Em relação às notas, boa parte deste &#8220;capital&#8221; pode ser recuperado. As denominações de 10 mil, cinco mil, dois mil, mil e quinhentos escudos podem ser trocadas por euros até 2018 e 2022, de acordo com as efígies.</p>
<p>Já no que respeita às notas de cem escudos, com as efígies de Barbosa du Bocage e Fernando Pessoa, podem ser trocadas até 2010 e 2012, respectivamente.</p>
<p>São precisamente as notas de cem escudos as que os portugueses mais guardam, muitas delas por coleccionisimo, uma vez que a maior parte já não pode ser trocada. No entanto, os maiores montantes guardados são os referentes às notas de cinco mil escudos: são 70 milhões de euros que se encontram deliberada- -mente guardados ou esquecidos por muitos portugueses.</p>
<p>De referir ainda que, na denominação mais elevada de 10 mil escudos, são 654 mil as notas ainda por recolher, correspondendo a 32,6 milhões de euros. No que respeita às notas de 50 e 20 escudos, estas só podem ser movimentadas por motivos de coleccionismo. São nove milhões de notas de 50 escudos e 27 milhões de notas de 20 escudos, as denominações mais baixas e que mais facilmente são guardadas como uma recordação.</p>
<p>Os dados estatísticos relativos à emissão monetária são pela primeira vez disponibilizados no boletim estatístico do Banco de Portugal. Até agora, alguma desta informação era divulgada no relatório anual desta autoridade de supervisão.</p>
<p><em><strong>Diário de Notícias</strong></em>, 23 de Janeiro de 2008</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.altermedia.info/economia/portugueses-ainda-tem-413-milhoes-de-contos_693.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A economia, o poder e o cinismo</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/sociedade/a-economia-o-poder-e-o-cinismo_651.html</link>
		<comments>http://pt.altermedia.info/sociedade/a-economia-o-poder-e-o-cinismo_651.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Dec 2007 10:08:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Azoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.altermedia.info/sociedade/a-economia-o-poder-e-o-cinismo_651.html</guid>
		<description><![CDATA[João César das Neves
Toda a gente sabe que a economia é a força mais poderosa do mundo. O dinheiro manda e só a riqueza conta. Mas o que toda a gente sabe costuma ser um grão de verdade embrulhado em disparates.
No tempo da globalização e tecnologia, finanças e Internet, quem mais ordena é a economia. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>João César das Neves</strong></p>
<p>Toda a gente sabe que a economia é a força mais poderosa do mundo. O dinheiro manda e só a riqueza conta. Mas o que toda a gente sabe costuma ser um grão de verdade embrulhado em disparates.</p>
<p>No tempo da globalização e tecnologia, finanças e Internet, quem mais ordena é a economia. A explicação para divórcios e traições, esforços e carreiras, políticas e guerras são os interesses monetários e produtivos. Todos vivemos debaixo da lei da procura e oferta e o mundo está dominado por interesses, negociatas, multinacionais.</p>
<p>Esta tese é mais difícil de justificar do que parece. Um princípio básico da economia, a &#8220;lei da utilidade marginal decrescente&#8221;, diz que quanto mais temos, menos o valorizamos. Só a escassez faz subir o valor. Como vivemos a maior prosperidade de sempre, a própria ciência económica ensina que seria de esperar menor preocupação com o dinheiro. Afinal, quem tem fome é que vive obcecado com isso. Como pode este tempo ser mais, e não menos, dirigido pela economia?</p>
<p><a href="http://dn.sapo.pt/2007/12/31/opiniao/a_economia_o_poder_cinismo.html" target="_blank">Continuar a ler&#8230;</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.altermedia.info/sociedade/a-economia-o-poder-e-o-cinismo_651.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Em direcção a uma Frente Nacional Comunista? &#8211; entrevista com Alain Soral</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/sociedade/em-direccao-a-uma-frente-nacional-comunista-entrevista-com-alain-soral_627.html</link>
		<comments>http://pt.altermedia.info/sociedade/em-direccao-a-uma-frente-nacional-comunista-entrevista-com-alain-soral_627.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 12:58:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Azoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.altermedia.info/sociedade/em-direccao-a-uma-frente-nacional-comunista-entrevista-com-alain-soral_627.html</guid>
		<description><![CDATA[Há já alguns meses, este sociólogo e escritor de combate empenhou-se no combate político com a firme vontade de se exprimir livremente sobre os temas que leva a peito. Uma coisa é clara, Alain Soral não é consensual. O seu empenhamento pela Frente Nacional fez correr muita tinta e agitou o pequeno mundo da net. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><img src="http://www.voxnr.com/c_images/icono/0710/alain_soral.jpg" height="200" width="155" />Há já alguns meses, este sociólogo e escritor de combate empenhou-se no combate político com a firme vontade de se exprimir livremente sobre os temas que leva a peito. Uma coisa é clara, Alain Soral não é consensual. O seu empenhamento pela Frente Nacional fez correr muita tinta e agitou o pequeno mundo da net. Mesmo sendo bastante cépticos sobre a vontade do partido de Jean Marie Le Pen em contribuir para o nascimento de uma alternativa credível ao sistema capitalista, quisemos oferecer-lhe a ocasião de apresentar as suas idéias e as suas propostas. Isto porque uma vez que para lá das polêmicas vãs, dos anátemas ideológicos e dos slogans ocos, queríamos dar-lhe a ocasião de expor claramente nas nossas colunas, as razões e os objectivos da sua adesão. Pensamos que as pessoas que nos lêem, terão o espírito suficientemente aberto e livre para elaborarem a sua própria opinião sobre a escolha sincera de um homem que queimou os seus barcos.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Rébellion&gt; O seu percurso político é dos mais atípicos. Como é que se passa em alguns anos do PC à FN? Quais são as etapas por onde passou o seu empenhamento [político]?<o :p></o></strong></p>
<p class="MsoNormal">Alain Soral&gt; O meu percurso não é assim tão atípico quanto isso. É a história oficial que se encarniça em fazer crer que é o caso, quando sempre houve pessoas de esquerda que se encontraram no campo nacionalista; é uma longa tradição francesa inspirando-se em Proudhon, Sorel, no sindicalismo revolucionário. Como para eles, trata-se, para mim, de continuar fiel a uma luta de insubmissão e de resistência. E desde a altura em que o PC renunciou a ele mesmo para se tornar num auxiliar do PS liberal, a partir do momento em que abandonou a resistência à mundialização por um discurso pró sem-papeis, passei logicamente do PC a Chevènement, depois deste à FN, numa linha antiliberal e antimundialista. Basta debruçarmo-nos sobre os arquivos do INA para descobrir que o discurso de Marchais no fim dos anos 70, é o discurso da FN de hoje: «produzamos francês», «alto à imigração». As pessoas modestas aperceberam-se disso imediatamente, elas que passaram do voto PC ao voto FN a partir de meados dos anos 90.<span id="more-627"></span></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Qual é a sua situação no seio da FN? Que impressão tem do interior do partido? Dos seus quadros como dos seus militantes?<o :p></o></strong></p>
<p class="MsoNormal">A de um conselheiro especial, exterior, uma vez que não ocupo nenhum lugar na FN, um companheiro de caminho que se empenhou na altura da campanha presidencial. Quanto às minhas impressões, elas são diversas e mitigadas. A FN parece-se com aquilo que é: uma reunião de desiludidos de direita e de desiludidos de esquerda. É, pois, difícil de lá encontrar uma linha política clara e única, uma coerência doutrinal para a qual o trabalho [de elaboração] nunca foi efectuado, uma vez que se tratava de uma estratégia de ajuntamento. Um cálculo que foi ganhador durante anos, mas que a FN acabou por pagar aquando da campanha de Sarkozy. É preciso compreender que para além dos marginais e de alguns extremistas, há essencialmente dois tipos de eleitores na FN, pequenos burgueses liberais e assalariados antiliberais. A questão crucial é, pois, a de saber o que se entende por liberalismo. Um trabalho que se reenvia à questão do populismo, desse liberalismo anti neoliberal que analisa muito bem Michea, sociólogo também ele surgido da esquerda e que poderia ser o pensador da FN de amanhã se não tivesse medo de se “queimar” no meio universitário! Nas últimas presidenciais constata-se que são globalmente os desiludidos da direita – ou seja, o eleitorado médio e pequeno burguês – que votou Sarkozy, e que é o eleitorado popular, mais à esquerda, que permaneceu fiel. Na era Sarkozy, a saúde desse movimento patriótico e popular passa, pois, necessariamente por uma forte ancoragem à esquerda – no sentido de esquerda econômica e social. Uma visão que infelizmente não partilham os paladinos da união das direitas, uma corrente dominante no seio do aparelho actual da FN, mas minoritário no seu eleitorado, uma vez que é constituído por sobreviventes das antigas elites sucessivamente relegadas e tornadas obsoletas pela evolução do liberalismo mercantilista&#8230;</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Entre os detritos da velha Extrema Direita (nostálgicos de Vichy e da Argélia Francesa) e a nova geração modernista de quadros sem linha precisa, pensa ter os meios para influenciar a linha política da FN? Não se arrisca a ser absorvido pela força da inércia de um movimento coagulado no seu discurso bem como na sua organização?</strong></p>
<p class="MsoNormal">Como bom marxista responder-lhe-ei que a única resposta é a acção. Cepticismo e fatalismo são posturas de direita, e enquanto homem de esquerda, não vejo outra solução que não seja tentar a aventura. É evidentemente arriscado. Mas face à realidade das forças em presença, não vejo outra possibilidade a tentar a não ser esta experiência heróica.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Como explica a evolução de pessoas surgidas dos movimentos contestatários, como Dieudonné, em direcção ao que os jornalistas do sistema qualificam de «esquerdo-lepenismo»? Existe um embrião de «Esquerda Nacional» no seio ou na margem da FN?<o :p></o></strong></p>
<p class="MsoNormal">A evolução de Dieudonné ancora-se nas suas posições em relação à Palestina. Por um percurso de sofrimento, de perseguições, ele descobriu a verdadeira clivagem esquerda &#8211; direita actual, que passa sistematicamente pela adesão ou pela recusa da dominação atlântico-sionista. Podemos verificá-lo plenamente hoje em dia pela governação Sarkozy que, a coberto de uma abertura à esquerda, está na realidade prestes a operar a união sagrada dos atlântico-sionistas franceses. De facto, é de direita, hoje, quem quer que seja que adira a essa linha ou participe nessa dominação, é de esquerda quem se lhe opõe. Essa descoberta, para Dieudonné, passou pela experiência, pela prática, e todas as pessoas de esquerda, das quais faço parte,que viveram essa experiência e da qual retiraram as conclusões que se impõem, encontram-se de facto nessa esfera esquerdo-lepenista. Quanto, a saber, se o futuro dessa tendência de esquerda nacional antiliberal antimundialista se situa na FN ou à margem da FN, isso dependerá da vontade da direcção da FN em se situar na vanguarda ou na rectaguarda da História!</p>
<p class="MsoNormal"><strong>No momento em que se fala tanto de Identidade Nacional, qual é a sua concepção deste termo tão vaporoso?<o :p></o></strong></p>
<p class="MsoNormal">Uma concepção à francesa que não é nem a germânica (racialista) nem a anglo-saxônica (comunitarista) e que mistura subtilmente direito do sangue e direito do solo no conceito de assimilação, projecto hoje em dia depreciado à vez pela esquerda integracionista &#8211; na realidade comunitarista – e a extrema direita racialista, também ela comunitarista, mas sob uma forma mais belicosa que fatalista. Comunitarismo de esquerda ou de direita, muito anti-francês – mesmo quando se julga patriota – que demonstra que o modelo que está em vias de nos ser imposto é o modelo anglo-saxão. Supremacia verificada, mais uma vez, pela governação Sarkozy que adiciona nas suas escolhas: submissão à dominação atlântico-sionista e clientelismo comunitarista. Tendo em conta a mentalidade francesa, a história da França e o seu passado colonial, parece-me, todavia, que o nosso modelo assimilacionista continua a ser o melhor para nós, e constato que é ainda a FN que melhor o defende. Constato também que os media mentem sobre esta realidade assimilando sistemática, e voluntariamente, a preferência nacional à preferência racial para desqualificar a FN, e isto desprezando as bases fundamentais deste movimento, encarnados desde a sua fundação pela presença de um Roger Holeindre. Uma reductio ad hitlerum praticada sistematicamente pelo sistema, e difundida pela estupidez esquerdista, a fim de fazer passar um movimento patriota por um movimento colabo, quando os verdadeiros colabos são todos esses agentes coligados do Império, de de Villiers a Besancenot.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Que pensa do comunitarismo? Que modelo podemos opor a esse sistema americanizado, de controlo das populações?<o :p></o></strong></p>
<p class="MsoNormal">Como devem estar a pensar, o pior possível; com o comunitarismo não se obtêm a paz das comunidades, mas a rivalidade victimária, a culpabilização sistemática do cidadão médio que, ele sim, joga o jogo da República una e indivisível. Quanto à solução, é sem dúvida o modelo assimilacionista francês que deu bons resultados até à aparição do reagrupamento familiar, época aquela em que o Estado Francês decidiu ele mesmo destruir a França aumentando massivamente a imigração não cristã e não europeia, destruindo um processo de assimilação que se tornava contudo cada vez mais necessário…</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Navegando entre nacional liberalismo e paternalismo social, a linha da FN sobre estes assuntos é das mais obscuras. O discurso social e econômico da FN evoluiu desde a época <st1 :personname productid="em que Jean Marie" w:st="on">em que Jean Marie</st1> Le Pen se proclamava o «Reagan Francês»? Como é que sendo marxista, como é, se pode reconhecer nestas questões cruciais?<o :p></o></strong></p>
<p class="MsoNormal">O discurso da FN, que partiu de um liberalismo declarativo e abstracto – digamos Tocquevilleano – ignorando tudo das evoluções e mutações do liberalismo real, começou, nestes últimos tempos, a enquadrar melhor o problema, a diferenciar, desde logo, liberdade de empreendimento e neoliberalismo mundializado – que é o seu oposto exacto. Tal foi visível no esforço de produzir um programa económico coerente aquando das últimas presidenciais. A posição actual da FN, embora não esteja ainda plenamente expressa, é a do populismo económico, tal como o define Michéa, ou seja a aliança dos pequenos produtores com os pequenos assalariados &#8211; vítimas do mesmo predador euro mundialista &#8211; sob o governo de um Estado Colbertista adepto do Plano e da economia mista. Infelizmente, aquando destas últimas eleições,os pequenos produtores deixaram-se seduzir pelo discurso hábil e mentiroso de um Sarkozy que não pode deixar de traí-los, ele que é o homem da grande finança mundializada. Este projecto de união sagrada entre camadas populares e classe média, está pois por realizar-se. E a tarefa da FN será, por uma critica da governação de Sarkozy e um grande trabalho doutrinal, ajudar a que coincidam interesse de classe e sensibilidade de classe na cabeça dos eleitores de direita onde perdura plenamente esta confusão entre liberdade e liberalismo…</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Afirma-se que é o autor do «Discurso de Valmy» e auto designa-se também como «republicano»? Para si o que é a «República»?<o :p></o></strong></p>
<p class="MsoNormal">Digamos que sou o co-autor do discurso de Valmy, dado que em política tudo é colectivo Um discurso símbolo cujo objectivo era insuflar uma linha nacional republicana a esta campanha! Quando se conhece a história da França e se compreende a origem sempre histórica das idéias políticas, somos obrigados a concluir que os dois termos Nação e República, no nosso País, são indissociáveis. Na França, fala-se sempre em República francesa, desse modelo que inventámos e que me permite precisar hoje em dia, enquanto Francês,de que maneira sou nacionalista. Não somente sou um nacionalista francês, mas pretendo que na realidade política francesa tal como ela é,só este objectivo é eleitoralmente atingível. O resto, o regresso à Cidade dos Gregos, à idade de ouro do Cristianismo medieval ou dos Hiperbóreos…é poesia.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Participou numa viagem de apoio à resistência libanesa nos dias que se seguiram à agressão israelita do verão de 2006. Qual é a sua opinião sobre a legitimidade da política belicosa israelita e sobre o apoio que ela recebe da parte dos estados Unidos?<o :p></o></strong></p>
<p class="MsoNormal">A opinião que deve ter toda a testemunha e todo o intelectual honesto: a condenação total de uma agressão injustificável e contrária a todas as regras de direito internacional. Um testemunho e uma opinião conforme aos «direitos do homem» e contudo muito difícil de fazer passar nos medias franceses, nos quais a linha se pode resumir à declaração nada menos que lapidar de Sarkozy sobre o assunto:«Israel tem direito à sua segurança». Quem quer que seja que tenha um pouco de perspectiva de recuo sobre os acontecimentos vê, todavia, que assistimos ao desenrolar, implacável e sistemático, do projecto de re-desmembramento do Médio oriente. Um projecto belicoso e delirante querido pelos neoconservadores americanos que dominam actualmente o Congresso nessa coalizão, dita, de cristãos -sionistas. Um projecto que põe Israel no centro do mundo e que explica à vez a agressão do Líbano, a destruição do Iraque e a criminalização mediática do Irão…</p>
<p class="MsoNormal"><strong>No momento em que novas convergências se operam entre os opositores à mundialização e ao sistema capitalista sobre o conjunto do planeta, que forma poderia ter em França uma real alternativa popular e socialista?<o :p></o></strong></p>
<p class="MsoNormal">Isso poderia fazer-se em torno de um movimento que realizasse a união sagrada dos antimundialistas. Uma espécie de chavismo à francesa no qual se reconheceriam tanto nacionalistas de origem reaccionária como progressistas ideologicamente próximos do Partido dos Trabalhadores. Uma grande união sagrada antiliberal patriota e popular, socialmente de esquerda e socialitariamente de direita – ou seja exactamente o contrário do actual sistema liberal-libertário -, saudando o trabalho político de Chavez, mas também o de Poutine…Pois quem pretender resistir ao Império deve saudar a determinação destes dois líderes, sob pena de ficar nessa incoerência de rapazinhos que desqualifica a LCR.Lembremos que esse tipo de união sagrada já foi tentado em França no passado pela aproximação Sorel/Maurras, na época do círculo Proudhon, e que a essa tentativa de união sagrada antiburguesa, a burguesia, desde logo, respondeu com outra união sagrada bem menos respeitável: a da guerra de 14 contra os malvados boches…Com a eleição de Sarkozy, a propaganda incessante contra a ameaça terrorista islamita e a criminalização do Irão, receio bem que o sistema tenha em mente o mesmo gênero de solução abjecta, mas desta vez com os bougnoules [termo pejorativo para os magrebinos já nascidos em França e ou aí residentes] no lugar dos boches!Quem viver verá.</p>
<p class="MsoNormal">Fonte: Revista <em>Rébellion</em>, Nº 25 &#8211; Julho/Agosto 2007 &#8211; tradução portuguesa: <a href="http://www.resistente.org">Terra, Identidade, Resistência</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.altermedia.info/sociedade/em-direccao-a-uma-frente-nacional-comunista-entrevista-com-alain-soral_627.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Porque os europeus não devem pagar às colónias</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/sociedade/porque-os-europeus-nao-devem-pagar-as-colonias_588.html</link>
		<comments>http://pt.altermedia.info/sociedade/porque-os-europeus-nao-devem-pagar-as-colonias_588.html#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 08 Dec 2007 12:09:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Azoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.altermedia.info/sociedade/porque-os-europeus-nao-devem-pagar-as-colonias_588.html</guid>
		<description><![CDATA[O líder líbio afirma que os colonizadores devem indemnizar os colonizados. O seu próprio país foi uma colónia italiana. Mas se, em termos teóricos, é fácil concordar com o que Muammar Kadhafi exige &#8211; afinal seria uma questão de justiça -, a verdade é que o problema não é assim tão simples.
A colonização de África [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://copy.pnn.pt/noticias_imagens/euros.jpg" height="173" width="163" />O líder líbio afirma que os colonizadores devem indemnizar os colonizados. O seu próprio país foi uma colónia italiana. Mas se, em termos teóricos, é fácil concordar com o que Muammar Kadhafi exige &#8211; afinal seria uma questão de justiça -, a verdade é que o problema não é assim tão simples.</p>
<p>A colonização de África pelos europeus está marcada por inúmeros crimes, a começar pelo do tráfico negreiro &#8211; durante séculos, África foi sangrada de milhões de habitantes. Mas houve também alguns aspectos positivos, desde a alfabetização até ao combate a uma série de doenças. Não é possível, porém, fazer um verdadeiro balanço, até porque, apesar do interesse dos exercícios de história virtual, não se sabe como seria o mundo se não tivesse havido colonização : certamente a Europa seria diferente, África, também.</p>
<p>É possível, todavia, afirmar que ajustes de contas históricos pouco acrescentam. E se é verdade que os europeus colonizaram África, também o é que os árabes colonizaram a Península Ibérica ou que os italianos, via Império Romano, colonizaram todo o Mediterrâneo. Devem uns indemnizar outros? Já sobre a questão da culpabilidade histórica, muito havia que dizer. Mas basta uma ideia simples: os portugueses foram pioneiros no tráfico negreiro transatlântico e durante muitos anos lideraram esse comércio. Terrível? Sim, mas foram africanos os cúmplices dos europeus na captura de escravos africanos.</p>
<p><a href="http://dn.sapo.pt/2007/12/08/editorial/porque_europeus_devem_pagar_colonias.html" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em></a>, 08 de Dezembro de 2007</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.altermedia.info/sociedade/porque-os-europeus-nao-devem-pagar-as-colonias_588.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mais de 20 empresários a negociar com Kadhafi</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/poltica-nacional/mais-de-20-empresarios-a-negociar-com-kadhafi_584.html</link>
		<comments>http://pt.altermedia.info/poltica-nacional/mais-de-20-empresarios-a-negociar-com-kadhafi_584.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2007 14:22:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Azoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.altermedia.info/poltica-nacional/mais-de-20-empresarios-a-negociar-com-kadhafi_584.html</guid>
		<description><![CDATA[Ana Tomás Ribeiro
Hoje, véspera da cimeira União Europeia-África, é o dia para falar dos assuntos económicos e negócios possíveis entre os dois mundos. Lisboa será palco de várias reuniões entre empresários europeus e africanos e destes com responsáveis políticos. O reforço das relações entre Portugal e a Líbia arrancou ontem, com Kadhafi a ser recebido, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.repubblica.it/2007/04/sezioni/esteri/gheddafi-test-dna/gheddafi-test-dna/stor_4904184_06320.jpg" height="228" width="181" /><strong>Ana Tomás Ribeiro</strong></p>
<p>Hoje, véspera da cimeira União Europeia-África, é o dia para falar dos assuntos económicos e negócios possíveis entre os dois mundos. Lisboa será palco de várias reuniões entre empresários europeus e africanos e destes com responsáveis políticos. O reforço das relações entre Portugal e a Líbia arrancou ontem, com Kadhafi a ser recebido, por duas vezes, por José Sócrates, além da reunião que teve na tenda instalada em São Julião da Barra com Nuno Severiano Teixeira.</p>
<p>Mais de 20 empresas portuguesas reunirão esta manhã com o ministro Adjunto dos Negócios Estrangeiros e Cooperação do governo de Kadhafi, nas instalações da AICEP &#8211; Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, tal como confirmou ao DN o presidente daquele entidade, Basílio Horta. Todas interessadas em estudar oportunidades no país de Kadhafi. Embora algumas estejam mais avançadas do que outras em termos de contactos.</p>
<p><a href="http://dn.sapo.pt/2007/12/07/nacional/mais_20_empresarios_a_negociar_kadha.html" target="_blank">Continuar a ler&#8230; </a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.altermedia.info/poltica-nacional/mais-de-20-empresarios-a-negociar-com-kadhafi_584.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>UE vai aprovar ajudas milionárias para África</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/poltica-nacional/ue-vai-aprovar-ajudas-milionarias-para-africa_580.html</link>
		<comments>http://pt.altermedia.info/poltica-nacional/ue-vai-aprovar-ajudas-milionarias-para-africa_580.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 07:57:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Azoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.altermedia.info/poltica-nacional/ue-vai-aprovar-ajudas-milionarias-para-africa_580.html</guid>
		<description><![CDATA[Francisco Almeida Leite
A chamada &#8220;declaração de Lisboa&#8221;, que irá sair da Cimeira União Europeia-África de sábado e domingo, em Lisboa, já está pronta. O documento foi aprovado nos últimos dias em Sharm-el-Sheik, no Egipto, e contempla uma estratégia conjunta, um plano de acção e mecanismos de implementação de várias medidas ao nível da arquitectura institucional.
Mas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Francisco Almeida Leite</p>
<p>A chamada &#8220;declaração de Lisboa&#8221;, que irá sair da Cimeira União Europeia-África de sábado e domingo, em Lisboa, já está pronta. O documento foi aprovado nos últimos dias em Sharm-el-Sheik, no Egipto, e contempla uma estratégia conjunta, um plano de acção e mecanismos de implementação de várias medidas ao nível da arquitectura institucional.</p>
<p>Mas, mais importante, no fim-de&#8211;semana irão ser aprovadas em Lisboa uma série de ajudas aos países africanos, de entre os quais se destaca um fundo para a ajuda ao comércio e apoio à competitividade. O fundo arranca em 2008 com cerca de 1,2 mil milhões de euros e em 2010, data da próxima cimeira UE-África, irá atingir os dois mil milhões de euros. Este montante será suportado em 50% pela UE e os restantes 50% serão repartidos por todos os Estados membros, Portugal incluído.</p>
<p><a href="http://dn.sapo.pt/2007/12/06/nacional/ue_aprovar_ajudas_milionarias_para_a.html" target="_blank">Continuar a ler&#8230;</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.altermedia.info/poltica-nacional/ue-vai-aprovar-ajudas-milionarias-para-africa_580.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Kadhafi trata de negócios e política em Lisboa</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/sociedade/kadhafi-trata-de-negocios-e-politica-em-lisboa_575.html</link>
		<comments>http://pt.altermedia.info/sociedade/kadhafi-trata-de-negocios-e-politica-em-lisboa_575.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 19:21:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Azoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.altermedia.info/sociedade/kadhafi-trata-de-negocios-e-politica-em-lisboa_575.html</guid>
		<description><![CDATA[O programa do coronel Kadhafi em Portugal vai prolongar-se para além do estritamente necessário à cimeira UE&#8211;África, podendo só abandonar Lisboa na terça-feira. Motivos políticos e económicos estão na base da decisão desta estada mais alargada. A delegação líbia irá receber um conjunto de empresas portuguesas, entre as quais a Galp, Cimpor e Visabeira, para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O programa do coronel Kadhafi em Portugal vai prolongar-se para além do estritamente necessário à cimeira UE&#8211;África, podendo só abandonar Lisboa na terça-feira. Motivos políticos e económicos estão na base da decisão desta estada mais alargada. A delegação líbia irá receber um conjunto de empresas portuguesas, entre as quais a Galp, Cimpor e Visabeira, para discutir negócios.</p>
<p>O chefe líbio deverá chegar amanhã, pelas 11.30, ao Aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa, iniciando a sua visita oficial com uma reunião na residência do primeiro-ministro, em São Bento, já que a cimeira decorrerá a partir de sexta-feira à tarde.</p>
<p><a href="http://dn.sapo.pt/2007/12/05/nacional/kadhafi_trata_negocios_e_politica_li.html" target="_blank">Continuar a ler&#8230;</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.altermedia.info/sociedade/kadhafi-trata-de-negocios-e-politica-em-lisboa_575.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Desemprego aumenta</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/economia/desemprego-aumenta_304.html</link>
		<comments>http://pt.altermedia.info/economia/desemprego-aumenta_304.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Aug 2004 14:45:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.altermedia.info/?p=304</guid>
		<description><![CDATA[O número de desempregados inscritos nos Centros de Emprego aumentou 6,4% em Julho, segundo dados divulgados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP). 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O número de desempregados inscritos nos Centros de Emprego aumentou 6,4% em Julho, segundo dados divulgados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP). </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.altermedia.info/economia/desemprego-aumenta_304.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
