<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Altermedia Portugal - na rede desde 17 de Junho de 2003 &#187; História</title>
	<atom:link href="http://pt.altermedia.info/news/histria/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://pt.altermedia.info</link>
	<description>Numa era em que a mentira é universal, dizer a verdade é um acto revolucionário. (George Orwell)</description>
	<lastBuildDate>Sat, 29 Aug 2009 18:37:18 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>“Sou um proactivo bastante caótico”</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/histria/sou-um-proactivo-bastante-caotico_1099.html</link>
		<comments>http://pt.altermedia.info/histria/sou-um-proactivo-bastante-caotico_1099.html#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 18:36:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.altermedia.info/?p=1099</guid>
		<description><![CDATA[Dina Gusmão &#8211; Jaime Nogueira Pinto é senhor de múltiplos ofícios. Empresário e administrador, professor e escritor, é autor de vasta bibliografia sobre História Contemporânea, sobretudo relativa ao Estado Novo e, agora, da biografia de ‘Nuno Álvares Pereira’, que acaba de conseguir três edições em três meses. E a culpa é do pai.
&#8220;Quando tinha oito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1100" title="Jaime Nogueira Pinto" src="http://pt.altermedia.info/images/JaimeNogueiraPintoCM-150x150.jpg" alt="Jaime Nogueira Pinto" width="150" height="150" />Dina Gusmão</strong> &#8211; Jaime Nogueira Pinto é senhor de múltiplos ofícios. Empresário e administrador, professor e escritor, é autor de vasta bibliografia sobre História Contemporânea, sobretudo relativa ao Estado Novo e, agora, da biografia de ‘Nuno Álvares Pereira’, que acaba de conseguir três edições em três meses. E a culpa é do pai.</p>
<p>&#8220;Quando tinha oito ou nove anos, o meu pai deu-me ‘A Vida de Nun’Álvares’, de Oliveira Martins. Foi uma revelação. O livro fascinou-me pelo que dele entendi – as batalhas e a cavalaria – e pelo que dele não entendi – a política e o lado místico e mágico da História. Penso que a sociedade portuguesa de hoje precisa de figuras exemplares e, a propósito da canonização, achei que era uma boa ocasião de falar do português exemplar graças a quem, mais do que a ninguém, somos independentes&#8221;, lembra.<span id="more-1099"></span></p>
<p>Depois de ter feito de Salazar o mais votado dos ‘Grandes Portugueses’, escreveu sobre ele uma biografia diferente, o que sempre faz quando se propõe recontar a História: &#8220;Preocupa&#8211;me mostrar o Portugal do século XX fora do antifascista politicamente correcto&#8230; Fiz ‘Salazar – O Outro Retrato’ e fiz o mesmo com o Estado Novo e a Direita – em Portugal uma desconhecida, só contada e explicada pela Esquerda. Até porque quem quer os votos da Direita habituou&#8211;se a recebê-los baratos.&#8221;</p>
<p>Adiada fica a tentação da ficção: &#8220;Um romance, embora não pareça, pela actual profusão de romances e romancistas, é coisa séria. Talvez um dia tente. Se não fica como os amores belos e impossíveis dos românticos.&#8221;</p>
<p>Até ao final do ano sai a tese de doutoramento, ‘Ideologia e Razão de Estado na Formação da Política Externa’, uma empreitada que durou 20 anos&#8230; &#8220;Não sou de todo organizado. Sou um proactivo bastante caótico&#8221;, conclui.</p>
<p><strong>PESSOAL</strong></p>
<p><em>ESTADO NOVO</em></p>
<p>&#8220;Reacção nacional autoritária à disfuncionalidade da democracia partidária da I República. Que foi o governo dos democráticos.&#8221;</p>
<p><em>25 DE ABRIL</em></p>
<p>&#8220;Resultado da disfuncionalidade e deslegitimação do Estado Novo, do cansaço de parte do exército com a guerra e do descontentamento corporativo dos capitães. Tudo aproveitado pela oposição.&#8221;</p>
<p><em>DIREITA</em></p>
<p>&#8220;Pensamento político, complexo, diversificado, plural. Há direitas liberais e totalitárias, conservadoras e revolucionárias. Duas coisas as unem: o homem não é naturalmente bom e civilização e ordem são coisas boas mas frágeis.&#8221;</p>
<p>Com a devida vénia ao <a href="http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=63DEF2A6-98AC-46A2-84CD-850E37B2A289&amp;channelid=00000013-0000-0000-0000-000000000013" target="_blank"><em>Correio da Manhã</em></a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.altermedia.info/histria/sou-um-proactivo-bastante-caotico_1099.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>União Ibérica &#8211; falta de senso, gosto e assunto</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/sociedade/uniao-iberica-falta-de-senso-gosto-e-assunto_1068.html</link>
		<comments>http://pt.altermedia.info/sociedade/uniao-iberica-falta-de-senso-gosto-e-assunto_1068.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 19:17:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.altermedia.info/?p=1068</guid>
		<description><![CDATA[Jaime Nogueira Pinto &#8211; Estão sempre a aparecer nos media inquéritos, sondagens, questionários de rua. Que valem o que valem. Mas o seu resultado surge com o peso de um imperativo categórico kantiano.
Tais inquéritos abrangem as mais diversas situações e temas: opções sexuais, produtos domésticos, jogadores de futebol, líderes partidários, figuras do show-business, casos do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-thumbnail wp-image-910" title="Jaime Nogueira Pinto" src="http://pt.altermedia.info/images/jaimenogueirapinto-150x150.jpg" alt="Jaime Nogueira Pinto" width="150" height="150" />Jaime Nogueira Pinto</strong> &#8211; Estão sempre a aparecer nos media inquéritos, sondagens, questionários de rua. Que valem o que valem. Mas o seu resultado surge com o peso de um imperativo categórico kantiano.</p>
<p>Tais inquéritos abrangem as mais diversas situações e temas: opções sexuais, produtos domésticos, jogadores de futebol, líderes partidários, figuras do show-business, casos do dia.</p>
<p>Só que a conclusão funciona da mesma maneira imperativa, independentemente do tema e do universo da sondagem. Nem se mostra o questionário de base, nem os critérios de selecção da sondagem.<span id="more-1068"></span></p>
<p>A partir dessas respostas, faz&#8211;se o cozinhado mais apelativo em termos de surpresa, escândalo (só salvaguardando a correcção política) e apresentam- -se olimpicamente os dados &#8211; Os Portugueses, decidiram! Como no Big Brother.</p>
<p>Desta vez o inquérito era da Universidade de Salamanca e tratava da ligação de Portugal a Espanha. Uns jornais falavam em &#8220;união ibérica&#8221; outros em &#8220;confederação&#8221;, mas a coisa andava por aí, pela eterna história da unificação peninsular.</p>
<p>Ficámos a saber pela pesquisa, que dos portugueses &#8211; que eram uns trezentos e picos &#8211; um terço era contra, outro terço a favor e o restante terço tanto se lhe dava.</p>
<p>Os conhecimentos exibidos pelos respondentes revelavam profunda e irreversível ignorância das coisas mais elementares de um país e do outro &#8211; os espanhóis soberanamente a leste de quaisquer detalhes da vida portuguesa; os portugueses pouco melhor sobre Espanha. E todos sabem pouco dos próprios países. As esclarecidas criaturas assim decidiram.</p>
<p>Desde que o inefável Nobel Saramago, há um par de anos, do alto do seu prémio, proclamou a inevitabilidade e as vantagens da união ibérica, transpondo o seu caso pessoal para o domínio comum, o tema está de moda.</p>
<p>O dictatus do laureado que, em país de mais olhos que barriga e bacocas admirações, passou a oráculo, foi o sinal para esta campanha neo-iberista, inteiramente desajustada das realidades, dos interesses, dos sentimentos dos Estados e povos peninsulares.</p>
<p>Sobretudo num tempo em que a integração económica e a integração política são coisas cada vez mais diferentes. Como prova a própria História da União Europeia. Portugal e Espanha são dois Estados, um nacional, outro plurinacional, e cuja separação e independência têm um significado e um valor consolidados numa História de muitos séculos.</p>
<p>Discutir coisas tão importantes como a vida e morte dos povos na leviandade de inquéritos de ocasião e sua extrapolação em títulos e comentários bombásticos é, manifestamente, falta não só de patriotismo, como de bom senso e bom gosto. E de assunto.</p>
<p>Com a devida vénia ao <em><a href="http://www.ionline.pt/conteudo/16462-uniao-iberica---falta-senso-gosto-e-assunto" target="_blank">i online</a></em>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.altermedia.info/sociedade/uniao-iberica-falta-de-senso-gosto-e-assunto_1068.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Recordando José Leite de Vasconcelos</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/histria/recordando-jose-leite-de-vasconcelos_1077.html</link>
		<comments>http://pt.altermedia.info/histria/recordando-jose-leite-de-vasconcelos_1077.html#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 19:52:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.altermedia.info/?p=1077</guid>
		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ltisu6s5xD0&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x234900&#038;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ltisu6s5xD0&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x234900&#038;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.altermedia.info/histria/recordando-jose-leite-de-vasconcelos_1077.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Meias-noites quentes no Salon Rouge</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/sociedade/meias-noites-quentes-no-salon-rouge_1064.html</link>
		<comments>http://pt.altermedia.info/sociedade/meias-noites-quentes-no-salon-rouge_1064.html#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2009 10:55:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Azoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.altermedia.info/?p=1064</guid>
		<description><![CDATA[Eurico de Barros &#8211; A exibição pública de filmes pornográficos em Lisboa não começou depois do 25 de Abril de 1974 . Muito antes de os capitães dos cravos nos canos das G3 terem, entre outras coisas, aberto as portas às fitas hardcore primeiro escalão (conforme a classificação arranjada à época), já os lisboetas tinham [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1065" src="http://pt.altermedia.info/images/IndustriaPorno-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Eurico de Barros</strong> &#8211; A exibição pública de filmes pornográficos em Lisboa não começou depois do 25 de Abril de 1974 . Muito antes de os capitães dos cravos nos canos das G3 terem, entre outras coisas, aberto as portas às fitas hardcore primeiro escalão (conforme a classificação arranjada à época), já os lisboetas tinham tido a possibilidade de ver cinema ollé ollé, no início do século XX, e ainda em plena monarquia (é menos uma conquista da República que se vai assinalar para o ano&#8230;).</p>
<p>O aparecimento do então chamado cinematógrafo deu rapidamente origem à abertura de salas para a exibição de filmes. Lisboa não foi excepção, e terá sido em 1907 ou 1908 que abriu a portas na Rua D. Pedro V, n.º 108, o Salon Rouge (o nome é só por si todo um programa), que embora sendo um espaço algo improvisado, foi o primeiro na capital a passar cinema pornográfico, em sessões que começavam à meia-noite (outra novidade em que a sala terá sido pioneira), as chamadas &#8220;Sessões para Ingénuos: Fitas d&#8217;alta potência&#8221;. (De dia, o cinema tinha sessões normais). Desconhece&#8211;se se o bilhete para essas exibições &#8220;especializadas&#8221; era mais caro do que o das sessões diurnas regulares.<span id="more-1064"></span></p>
<p>Os filmes então exibidos aos &#8220;ingénuos&#8221; (ou nem tanto&#8230;) que frequentavam o Salon Rouge nessas noites de imagens inéditas e sensações pecaminosas proporcionadas pelo cinematógrafo eram obviamente mudos e muito curtos, e deviam ser de proveniência francesa. Ou eram trazidos da mesma Paris de onde na altura continuavam a chegar a Portugal os livros, as revistas, as ideias, as modas e os luxos, ou então eram encomendados juntamente com os títulos destinados ao grande público.</p>
<p>Recorde-se que a França e os EUA foram pioneiros também da pornografia cinematográfica, e que saiu há um par de anos no mercado francês um DVD com uma compilação muito variada desses filmezinhos cochon velhos de quase um século, verdadeiras relíquias dos primórdios da pouca-vergonha na Sétima Arte. Quem sabe se alguns deles não terão sido vistos pelos alfacinhas de então, nas escaldantes meias-noites do Salon Rouge?</p>
<p>Segundo conta Marina Tavares Dias no volume 7 de Lisboa Desaparecida, o programa do dia 28 de Novembro de 1908 no Salon Rouge constava de dois filmes: Duas Amigas &#8211; Hoje Há Fressura, e Pintor Modelo &#8211; Principia a Erecção. Muito antes do 25 de Abril já havia quem soubesse dar títulos coloridos aos filmes da especialidade, dignos antecessores de O Hotel das Suecas Devassas, O Rali das Gozonas ou A Minha Mulher não Tem Cama Certa, que nos anos 70 e 80 fizeram as delícias dos frequentadores do Capitólio, do Cinebolso ou do Olímpia.</p>
<p>Ainda segundo Marina Tavares Dias, o sucesso do Salon Rouge foi tal, que &#8220;chegou a ter &#8216;filiais&#8217;, como o Chalet Rotunda, na Feira de Agosto&#8221;. Histórias esquecidas de uma outra cidade, sobretudo agora, quando primeiro o vídeo e depois o DVD mataram a porno star nos cinemas, e os cinemas porno de Lisboa com ela.</p>
<p>Com a devida vénia ao <a href="http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1322786&amp;seccao=Eurico%20de%20Barros" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em></a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.altermedia.info/sociedade/meias-noites-quentes-no-salon-rouge_1064.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mapa da América do Norte anterior a Colombo é autêntico</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/internacional/mapa-da-america-do-norte-anterior-a-colombo-e-autentico_1040.html</link>
		<comments>http://pt.altermedia.info/internacional/mapa-da-america-do-norte-anterior-a-colombo-e-autentico_1040.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 00:01:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.altermedia.info/?p=1040</guid>
		<description><![CDATA[COPENHAGA &#8211; O Mapa Vinland, do século 15, o mais antigo documento a mostrar um pedaço do continente americano antes da chegada de Colombo, é quase que certamente genuíno, disse um especialista dinamarquês.
O mapa é controverso desde foi descoberto, na década de 50, com muitos estudiosos suspeitando de uma fraude destinada a mostrar que os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" title="Mada do continente americano anterior a Colombo" src="http://www.estadao.com.br/fotos/map-big.jpg" alt="" width="308" height="213" />COPENHAGA &#8211; O Mapa Vinland, do século 15, o mais antigo documento a mostrar um pedaço do continente americano antes da chegada de Colombo, é quase que certamente genuíno, disse um especialista dinamarquês.</p>
<p>O mapa é controverso desde foi descoberto, na década de 50, com muitos estudiosos suspeitando de uma fraude destinada a mostrar que os vikings foram os primeiros europeus a pisar na América do Norte &#8211; uma alegação confirmada, depois, por achados arqueológicos.</p>
<p>Dúvidas sobre a autenticidade do mapa persistiram mesmo depois do uso de datação por carbono 14 para estabelecer a idade do documento.<span id="more-1040"></span></p>
<p>&#8220;Todos os testes que fizemos nos últimos cinco anos &#8211; no material e em outros aspectos &#8211; não mostram nenhum sinal de falsificação&#8221;, disse Rene Larsen, reitor da Escola de Conservação da Real Academia Dinamarquesa de Belas-Artes.</p>
<p>Ele apresentou as conclusões de sua equipe durante uma conferência internacional de cartografia realizada na capital da Dinamarca.</p>
<p>O mapa mostra a Groenlândia e uma ilha do Atlântico referida como Vinilandia Insula, a Vinland das sagas islandesas, atualmente vinculada pelos estudiosos à província canadense de Terra Nova, onde nórdicos sob o comando de Leif Eriksson estabeleceram-se por volta do ano mil.</p>
<p>Larsen disse que sua equipe realizou testes na tinta, estilo de escrita, buracos causados por insetos e no pergaminho do mapa, que está guardado na Universidade Yale, nos EUA.</p>
<p>Ele disse que os buracos, abertos por besouros, são consistentes com os buracos em outras páginas do livro onde o mapa estava encadernado.</p>
<p>Ainda segundo ele, as alegações de que a tinta era muito recente, por conter uma substância chamada dióxido de titânio anatase, podem ser descartadas porque já foram descobertos mapas medievais com a mesma substância, que provavelmente teria sido transferida a partir da areia usada para secar a tinta.</p>
<p>Estudiosos nos EUA dataram o mapa de cerca de 1440, cerca de 50 anos da &#8220;descoberta&#8221; da América por Colombo. Acredita-se que ele tenha sido produzido para um concílio religioso realizado na Suíça nesse ano.</p>
<p>O Mapa Vinland não é um &#8220;mapa dos vikings&#8221; e não altera o registro histórico sobre quem primeiro chegou à América. Mas mostra que a existência  do Novo Mundo era conhecida não apenas pelos povos nórdicos, mas também por outros europeus pelo menos 50 anos antes da viagem de Cristóvão Colombo.</p>
<p>O Mapa Vinland, que tem resistido a todos os exames em busca de sinais de fraude. Reprodução</p>
<p>Ele foi comprado de um negociante suíço por um americano, depois de ter sido rejeitado pelo Museu Britânico em 1957.</p>
<p>A ausência de um registro de sua origem está na raiz de muita da controvérsia que o cerca. De onde o mapa veio, e como foi obtido pelo suíço que o vendeu, ainda são mistérios.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.altermedia.info/internacional/mapa-da-america-do-norte-anterior-a-colombo-e-autentico_1040.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pirotecnia: uma arte secular</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/histria/pirotecnia-uma-arte-secular_1010.html</link>
		<comments>http://pt.altermedia.info/histria/pirotecnia-uma-arte-secular_1010.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 00:01:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.altermedia.info/?p=1010</guid>
		<description><![CDATA[Francisco Pereira &#8211; A pirotecnia e o fabrico de explosivos de artifício são um assunto praticamente desconhecido para a maioria das pessoas. Mas, muitos de nós gostamos de ver fogos de artifício em passagens de ano, festas, romarias e outros eventos.
Creio eu que a esmagadora maioria do público não saberá que por detrás de tais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-1011" title="Pirotécnia" src="http://pt.altermedia.info/images/Pirotecnia-300x198.jpg" alt="Pirotécnia" width="300" height="198" />Francisco Pereira</strong> &#8211; A pirotecnia e o fabrico de explosivos de artifício são um assunto praticamente desconhecido para a maioria das pessoas. Mas, muitos de nós gostamos de ver fogos de artifício em passagens de ano, festas, romarias e outros eventos.</p>
<p>Creio eu que a esmagadora maioria do público não saberá que por detrás de tais coisas estão dezenas de micro, pequenas e algumas médias empresas que garantem o pão de cada dia a milhares de pessoas.<br />
A pirotecnia, ou seja, o fabrico de foguetes, é uma arte tão antiga neste nosso Portugal que o próprio Luís de Camões faz uma alusão ao lançamento de bombas e fogos de artificio na sua magnifica epopeia “Os Lusíadas”.<span id="more-1010"></span></p>
<p>Actualmente, na maioria dos casos, as empresas do ramo existentes são geridas por pessoas cujos antepassados estavam já ligados ao ramo pirotécnico. Sempre que nos deslocamos a qualquer romaria, por mais pequena que seja, assistimos sempre ao lançamento de foguetes.</p>
<p>O típico foguete português divide-se em várias categorias, sendo de destacar, por exemplo, o foguete de “5 Tiros”, o foguete de “Metralhadora” que ao deflagrar parece um rajada de metralhadora, o foguete de quatro cargas duplas, o foguete de cinco meias cargas, as “bombas” de cana, ou de morteiro ou ainda as girândolas, que é uma tábua onde são colocados cerca de 20 foguetes, ligados por um rastilho que quando incendiado faz o lançamento de todos ao mesmo tempo.<br />
Por imperativo legal cada tiro de foguete não pode exceder as 50 gramas de peso e as 100 gramas na “bomba lisa”. De fabrico português é também o “fogo preso” onde se destacam por exemplo, as “vacas de fogo” que é um boneco em forma desse animal e “ornamentado” com cores, tiros e “rabiadeiras”, é carregado ás costas de um homem que corre o objecto pelo arraial até o material deflagrar por completo, e os “ferreirinhos” que são bonecos que retratam as mais diversas profissões, e que são ornamentados com fogo de artificio, e que no final rebenta uma bomba na cabeça.</p>
<p>Recentemente uma lei veio proibir o lançamento de foguetes de cana durante o período de verão, devido aos incêndios. Mas, diga-se de passagem os incêndios continuam a acontecer, e muitos deles são em locais onde nunca se lançam foguetes, o que me leva a crer que só uma ínfima parte destes sinistros são provocados pelos foguetes.</p>
<p>Convém dizer que para o lançamento legal de fogo de artifício é necessário uma licença escrita dos bombeiros da área, uma licença escrita da PSP em que atesta que o local de lançamento é seguro, e uma licença de ruído passada pela Câmara Municipal. A fiscalização da indústria pirotécnica é feita em Portugal pela Comissão de Explosivos. Para contornar este problema os fogueteiros lusitanos tiveram que recorrer aos foguetes de morteiro, que são lançados de dentro de um tubo, e assim não necessitam de cana.</p>
<p>Nos nossos dias temos assistido a uma forte “invasão” do fogo de artifício chinês, fogo esse que também é de qualidade, nomeadamente o uso de candelas, granadas de cores e “baterias” que são pequenas caixas de onde são disparados tiros e cores.</p>
<p>Mas o foguete de cana é um foguete de fabrico quase exclusivamente português, uma vez que só na vizinha Galiza e em algumas (poucas) regiões de Espanha é que este tipo de foguete existe, embora em menores proporções.</p>
<p>Por estas e muitas outras razões o “foguete de cana” faz parte das tradições e da alma do povo português, podendo-se mesmo dizer que o foguete é um património nacional.</p>
<p>Com a devida vénia ao <a href="http://movimentopropatria.pt.vu/" target="_blank">Movimento Pró-Pátria</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.altermedia.info/histria/pirotecnia-uma-arte-secular_1010.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ole S. Nevenius e os nossos eléctricos</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/histria/ole-s-nevenius-e-os-nossos-electricos_992.html</link>
		<comments>http://pt.altermedia.info/histria/ole-s-nevenius-e-os-nossos-electricos_992.html#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2009 15:38:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.altermedia.info/?p=992</guid>
		<description><![CDATA[Eurico de Barros &#8211; Em Maio de 1979, fez agora 30 anos, um turista sueco chamado Ole S. Nevenius, engenheiro e apreciador de eléctricos, bem como de todos os tipos de transportes públicos movidos a electricidade, como elevadores, tróleis e funiculares, esteve em Lisboa com a sua máquina fotográfica. Obviamente extasiado com a quantidade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-993" title="Lisboa vista por Ole Nevenius" src="http://pt.altermedia.info/images/electricos-200x300.jpg" alt="Lisboa vista por Ole Nemesius" width="200" height="300" />Eurico de Barros</strong> &#8211; Em Maio de 1979, fez agora 30 anos, um turista sueco chamado Ole S. Nevenius, engenheiro e apreciador de eléctricos, bem como de todos os tipos de transportes públicos movidos a electricidade, como elevadores, tróleis e funiculares, esteve em Lisboa com a sua máquina fotográfica. Obviamente extasiado com a quantidade de &#8220;amarelos&#8221; da Carris que cruzavam a cidade em todas as direcções, varando ruas, atravessando avenidas, trepando colinas, descendo encostas e serpenteando por betesgas, o senhor Nevenius pegou num mapa da capital com o registo das carreiras dos eléctricos, e desatou a fotografá-los com gosto e entusiasmo ao longo de Lisboa.</p>
<p>Por um daqueles fenómenos de simpatia em que a Internet é fertilíssima, muitas dessas fotos apareceram há alguns dias num thread sobre Lisboa, intitulado &#8220;Memórias de Lisboa&#8221;, que é parte do site www.skyscrapercity.com. As imagens, todas a preto e branco, são um imenso regalo, não só para quem gosta de eléctricos (e só restam cinco carreiras na capital) como também para quem gosta de Lisboa e de ver fotografias que mostram como a cidade era no passado &#8211; distante ou mais recente &#8211; e como mudou. As fotos publicadas foram todas tiradas no mesmo dia, 17 de Maio de 1979. E não contente em ter andado por onde quer que houvesse eléctricos na capital, Ole S. Nevenius até conseguiu ir fotografá-los à estação de recolha e reparação de Santo Amaro.<span id="more-992"></span></p>
<p>Além dos eléctricos em si, e de Lisboa, dos lisboetas ainda vestidos à anos 70 e dos automóveis de há 30 anos que aparecem em pano de fundo, as fotos têm o atractivo acrescido das publicidades que aparecem nos eléctricos, quase todas a produtos que já entraram para a história do consumo nacional. &#8216;Taky-Depilatório Francês&#8217;, lê-se num cartaz no tejadilho de um &#8220;amarelo&#8221; que passa em S. Bento. Outro, que sobe uma ruela na mesma zona, anuncia: &#8216;Triol Limão, Tripla Limpeza à Sua Mão!&#8217; Outro ainda, a manobrar na Graça, publicita &#8216;Floral. A Natureza Serve a Beleza&#8217;. O da carreira 24 proclama as qualidades da água de colónia e do after shave SIR, enquanto o 23 passa pelo Largo do Rato a anunciar que com &#8216;Restaurador Olex os Cabelos Voltam à Sua Cor Primitiva&#8217;. O 28 desce por sua vez a Victor Cordon todo enfeitado com publicidade às alcatifas Fercol, Meraklon e Toraylon, e no 7 para o Alto de S. João lê-se a todo o comprimento &#8216;Com BB Familiar, Economia no Lar &#8211; Laranja, Cola, Ananás&#8217;.</p>
<p>Uma rápida pesquisa pela Internet revela que Ole S. Nevenius também andou pelo Porto e em Coimbra no mesmo ano, já nos meses de Verão, a fazer o mesmo que em Lisboa: fotografar o máximo de eléctricos possível, antes que desaparecessem quase totalmente. E foi assim que, passados precisamente 30 anos, um turista sueco com a paixão dos &#8220;amarelos&#8221; fez aquilo que nenhum português se lembrou, e esta memória visual de quando os eléctricos ainda eram coloridos emblemas em movimento das nossas cidades acabou por ficar registada online para a posteridade. Levando o Triol Limão, o Restaurador Olex e as Alcatifas Fercol, Meraklon e Toraylon à boleia.</p>
<p>Com a devida vénia ao <a href="http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1293070&amp;seccao=Eurico%20de%20Barros" target="_blank"><em>Diário de Notícias</em></a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.altermedia.info/histria/ole-s-nevenius-e-os-nossos-electricos_992.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Deseducação sexual</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/sociedade/894_894.html</link>
		<comments>http://pt.altermedia.info/sociedade/894_894.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 May 2009 05:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.altermedia.info/?p=894</guid>
		<description><![CDATA[João César das Neves &#8211; A educação sexual é indispensável na formação de todos. Por isso, as escolas devem interessar-se pelo tema e dar aulas sérias e formativas. Há anos que a questão é discutida nos meios didácticos e políticos e o Parlamento tem analisado sucessivos projectos de lei. Apesar disso, a educação sexual não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-853" title="João César das Neves" src="http://pt.altermedia.info/images/joaocesardasneves.jpg" alt="João César das Neves" width="137" height="220" />João César das Neves</strong> &#8211; A educação sexual é indispensável na formação de todos. Por isso, as escolas devem interessar-se pelo tema e dar aulas sérias e formativas. Há anos que a questão é discutida nos meios didácticos e políticos e o Parlamento tem analisado sucessivos projectos de lei. Apesar disso, a educação sexual não melhorou nem se prevê que melhore nas próximas décadas em Portugal. Os responsáveis só complicam um assunto que não precisa de ajuda para ser difícil.</p>
<p>A educação política também é essencial e as escolas devem incluí-la. Mas que pensaria se esses programas lectivos fossem baseados nos projectos de um partido minoritário e extremista, por exemplo o Bloco de Esquerda? Que acharia se na escola as crianças e jovens aprendessem que &#8220;a energia deve ser pública&#8221; (porque não o pão?), que no meio da crise se deve adoptar a semana de 35 horas e palermices semelhantes? Para não falar na ditadura do proletariado e revolução permanente, escondidas nas suas raízes maoístas e trotskistas. Seria um terrível abuso do sistema educativo.<span id="more-894"></span></p>
<p>É exactamente essa infâmia que tem sido cometida nos últimos anos no campo da educação sexual escolar. Um grupo de iluminados, defendendo fanaticamente posições extremistas que assumem como únicas razoáveis, tem capturado o ensino impondo essas ideias como &#8220;educação sexual&#8221;. Ideias que, por acaso, são opostas às da maioria das famílias portuguesas, que esses especialistas desprezam como conservadora e tacanha, pretendendo iluminá-la do alto da sua ciência.</p>
<p>De forma sub-reptícia nos corredores do ministério ou abertamente nos debates políticos, tem-se assistido a intensa campanha para coagir a sociedade a seguir alguns princípios, autodenominados de progressistas, justos e livres. Esses princípios são aqueles a que a sociedade até há pouco chamava &#8220;porcalhões&#8221;. As aulas devem mostrar órgãos sexuais às crianças e explicar os detalhes de carícias, coito e contracepção. A masturbação é natural, o impulso sexual deve ser promovido, se praticado com segurança, e há perfeita equivalência entre todas as opções sexuais. Pudor, castidade e matrimónio são disparates.</p>
<p>Já deve ter reparado que no nosso tempo existe uma intensa controvérsia acerca das questões da família e do sexo. Aspectos consensuais há milénios são momentaneamente polémicos e vivemos enorme confusão de valores e critérios. Isso não nos deve escandalizar, porque todas as gerações têm os seus debates fundamentais. Se vivêssemos há uns séculos, ver-nos-íamos envolvidos em discussões, hoje abstrusas, acerca do sistema político, empresarial ou religioso. Aliás são os mesmos activistas revolucionários que, órfãos dessas antigas lutas político-económicas, vêm agora atacar a instituição familiar com a fúria dos velhos combates laborais. A alcova substituiu a empresa e o direito à greve foi trocado pelo direito ao deboche. Os esquerdistas andam agora paradoxalmente aliados a marialvas e proxenetas.</p>
<p>Em consequência, o Governo, incapaz de resolver desemprego e falências, preocupa- -se com a facilitação do divórcio dos casais e a promoção do casamento de homossexuais. Os ministros, que fizeram explodir o défice, subsidiam abortos e querem distribuir preservativos gratuitos nas escolas. O mais incrível é não se darem conta do ridículo. As gerações futuras vão rir à grande com a tolice dos nossos políticos que pateticamente se encarniçam a regular o baixo-ventre.</p>
<p>Devemos terçar armas nas lutas do momento mas sem temer pelos valores vitais. Em breve, as posições extremistas contra o matrimónio e a castidade, hoje julgadas indiscutíveis e gritadas com fúria, serão tão cómicas e obsoletas como são as ideias económicas do Bloco de Esquerda, tão respeitadas há 50 anos (altura em que também o PS as defendia). As tolices acabam sempre vencidas. O mal são as vítimas que criam entretanto.</p>
<p>Felizmente, não são os partidos, deputados e especialistas em educação que dão aulas, mas os professores. Professores que em geral têm filhos e amam a família. O mundo é sempre melhor que a caricatura legal.</p>
<p>Com a devida vénia ao <a href="http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1243027&amp;seccao=Jo%E3o%20C%E9sar%20das%20Neves&amp;tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco" target="_blank">Diário de Notícias</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.altermedia.info/sociedade/894_894.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Alemanha, nação soberana?</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/histria/alemanha-nacao-soberana_880.html</link>
		<comments>http://pt.altermedia.info/histria/alemanha-nacao-soberana_880.html#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 24 May 2009 07:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.altermedia.info/?p=880</guid>
		<description><![CDATA[Norberto Toedter &#8211; Acabo de receber atencioso telefonema de um leitor, chamando-me a atenção para um erro que supôs ter encontrado no final do meu livro “O que é verdade?” e sugerindo que fosse incluída uma errata em sua distribuição. Eu escrevera que a Alemanha é um país SEM CONSTITUIÇÃO, o que este leitor contestava. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-881" title="Soldados alemães rendem-se no final da II Guerra Mundial" src="http://pt.altermedia.info/images/soldadosalemaes-300x225.jpg" alt="Soldados alemães rendem-se no final da II Guerra Mundial" width="300" height="225" />Norberto Toedter</strong> &#8211; Acabo de receber atencioso telefonema de um leitor, chamando-me a atenção para um erro que supôs ter encontrado no final do meu livro “O que é verdade?” e sugerindo que fosse incluída uma errata em sua distribuição. Eu escrevera que a Alemanha é um país SEM CONSTITUIÇÃO, o que este leitor contestava. Alegava que lá havia um <em>Grundgesetz</em>, Lei Fundamental, que equivale a uma Constituição.</p>
<p>Fui obrigado a contrariar o deferente observador. O próprio <em>Grundgesetz</em> diz em seu preâmbulo que se destina a “um período transitório”. E ao seu final, no artigo 146, diz textualmente: “Esta Lei Fundamental perde sua validade no dia que entrar em vigor uma Constituição (<em>Verfassung</em>) que tenha sido ratificada em livre decisão pelo povo alemão.” A Lei Fundamental data de 1948 e esteve sujeita à aprovação das forças de ocupação. Conclusão, a Alemanha não tem Constituição.<span id="more-880"></span></p>
<p>Esta situação leva juristas a dizer que quem capitulou em 1945 foram as forças armadas alemãs, a <em>Wehrmacht</em>, não o Reich Alemão. Este, em direito internacional, estaria subsistindo. A República Federal da Alemanha seria uma ordenação transitória criada pelas potências vencedoras da II Guerra Mundial. Mas, deixemos a teoria e vejamos a prática.</p>
<p>Um tratado (<em>Deutschlandvertrag</em>) que entrou em vigor em 5/5/1955 ratifica o direito das potências vencedoras ocidentais de estacionar forças de ocupação em território alemão.</p>
<p>Mesmo contrariando a vontade do seu governo, a Alemanha, como participante do tratado do Atlântico Norte, pode ser levada a participar de uma guerra. Quem comanda de fato as forças armadas alemãs é o Comandante Supremo das forças da OTAN, que é sempre um general americano. Teoricamente a Alemanha pode deixar o tratado, mas não pode impedir a permanência de forças ocidentais no seu território.</p>
<p>Acordos entre a Alemanha e países lindeiros sobre correção de fronteiras necessitam da aprovação das potências vencedoras.</p>
<p>Não podemos esquecer também que não existe tratado de paz entre Alemanha e aliados e que a primeira ação de um chanceler eleito nesse país é viajar a Washington para obter a benção do governo americano.</p>
<p>Finalizo com algumas informações interessantes, não necessariamente divulgadas pela grande mídia diária.</p>
<p>Aviões de bombardeio americanos partiram de aeroportos alemães para levar sua carga mortífera ao Iraque, a fim de destruir um dos mais progressistas países árabes.</p>
<p>O aeroporto de Leipzig vem sendo reformado para ser ponto de partida de ações de combate mundiais da OTAN, tanto para transporte de tropas como de armamento pesado.</p>
<p>Na Baviera está sendo construída uma cidade nova para 3600 soldados americanos e existem planos de ampliação da área de exercícios militares junto a Grafenwöhr  que custarão um bilhão de euros. O arsenal ali existente é o maior da Europa.</p>
<p>Assim já ficamos sabendo que, se a III Guerra começar ali, a Alemanha será novamente a culpada. E ao meu amigo e atento leitor lamento, mas tenho que confirmar: ALEMANHA É UM PAÍS SEM CONSTITUIÇÃO.</p>
<p>Com a devida vénia ao <a href="http://2a.guerra.zip.net/" target="_blank">Blogue de Toedter</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.altermedia.info/histria/alemanha-nacao-soberana_880.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os soldados brasileiros de Hitler</title>
		<link>http://pt.altermedia.info/histria/os-soldados-brasileiros-de-hitler_883.html</link>
		<comments>http://pt.altermedia.info/histria/os-soldados-brasileiros-de-hitler_883.html#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 23 May 2009 22:06:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[VÃ­deos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.altermedia.info/?p=883</guid>
		<description><![CDATA[

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1bG-qFLU43M&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x234900&#038;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/1bG-qFLU43M&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x234900&#038;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yo6YyiFp6Xc&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x234900&#038;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/yo6YyiFp6Xc&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x234900&#038;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.altermedia.info/histria/os-soldados-brasileiros-de-hitler_883.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
