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Altermedia Portugal – na rede desde 17 de Junho de 2003: Numa era em que a mentira é universal, dizer a verdade é um acto revolucionário. (George Orwell)


É hora de reflexão

August 15th, 2009 · Post your comment (No Comments)

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Manuel AbrantesManuel Abrantes – Uns dias de descanso dão para meditar em muitas coisas. E, foi isso, que me sucedeu.

Meditar sobre a vida e sobre tudo o que nos cerca.

Como se aproxima um período eleitoral, com eleições Legislativas e Autárquicas, não podia deixar de meditar sobre os caminhos a trilhar, para nós Nacionalistas.

Sejamos realistas. Para nós, nada vai mudar.

Com Sócrates ou sem Sócrates, com Manuela ou sem Manuela, com Portas ou sem Portas, nada vai mudar em relação a uma sociedade onde impere a Moral cristã, o Amor à Pátria e a Defesa da Família. São estes os valores e os pilares de base da sociedade por nós protagonizada.

Nos dias que correm não é fácil fazer passar a nossa mensagem baseada nestes valores.

Temos uma sociedade individualizada, consumista e, completamente, contrária a estes valores.

Durante os últimos trinta anos foi imposta a ideia de que a Moral Cristã é arcaica, o amor à Pátria é algo do passado e a Família é algo apenas para se recorrer quando se está aflito (e, nem sempre…).

Quem defende os valores por nós, Nacionalistas, defendidos é logo catalogado como saudosista do passado, fascistas, etc, etc.
Nada demais errado!

Respeitamos o passado – seja ele qual for – queremos ordem, disciplina e moral e aceitamos a família como base de uma sociedade.
Defendendo este três princípios não quer dizer que defendamos qualquer tipo de totalitarismo, seja ele qual for.

Contudo, somos críticos a regimes de completo deboche capitalista; regabofe politico/partidário e criador de uma mentalidade social onde impera a falta da ética, do respeito e da tolerância pelo próximo.

Defendendo os nossos princípios, dificilmente, nesta sociedade temos hipótese em fazer passar as nossas mensagens.

È como entrar num campeonato mas jogando sempre na casa do adversário e, ainda por cima, com as regras do jogo impostas por eles. As quais, podem alterar quando querem e lhe apetece.

É difícil. Podem crer…

Isto, referindo-me à criação ou aos já existentes partidos Nacionalistas.

No actual sistema politico/partidário dificilmente temos hipóteses de ganhar voz activa..

Os partidos assumidamente nacionalistas não passarão de pequenas sementeira de flores que dificilmente desabrocharão porque – no actual contexto politico/partidário – são os partidos do sistema que detêm o terreno, os adubos e a água.

Podemos semeá-los, mas dificilmente irão crescer.

Claro que me refiro à prática e sistema eleitoral.

E, sempre que concorramos neste sistema a actos eleitorais, nunca passaremos de uma percentagem irrisória. O que nos desacredita, ainda mais, perante o eleitorado.

Será um ciclo vicioso do qual nunca iremos sair.

As eleições e a opinião publica são dominados pelos órgãos de comunicação social. Por sua vez, este, são geridos e dominados por um tipo de gente que não nos deixa crescer.

Assim, nem um “milagre” nos poderá tirar desta situação.

O nosso único caminho é crescermos, não em partidos a pensar em eleições, mas em Movimentos ou Associações (Legalizados e oficializados perante a Lei).

Mas, cada Nacionalista não deve abster-se das eleições. Deve participar activamente nelas como votante, votando no que a sua consciência ditar.

Nenhum Nacionalista deve abster-se de votar.

Com a devida vénia ao Estado Novo.

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Tags: Política Nacional

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