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Altermedia Portugal – na rede desde 17 de Junho de 2003: Numa era em que a mentira é universal, dizer a verdade é um acto revolucionário. (George Orwell)


Não dar tréguas ao totalitarismo

July 10th, 2009 · Post your comment (No Comments)

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ManuelBrasManuel Brás – Depois de desmontar o mito do voto útil no PSD e no CDS – o voto nunca é útil em forças políticas que já demonstraram não ser capazes de combater a ideologia totalitária de esquerda – e de fazer a apologia dessa proposta original da Nova Democracia que é a evolução para um regime presidencialista legitimado por uma Nova Constituição, os simpatizantes, militantes, coordenadores e candidatos da Nova Democracia não poderão deixar de considerar que a grande batalha política destas legislativas é o combate ao totalitarismo da esquerda, avidamente disputado pelo PS, BdE e PC.

Onde está esse totalitarismo? Em todo o lado: na imprensa, onde quase não há excepções ao pensamento único (basta só pensar no que a imprensa diz do “aquecimento global”, do combate à propagação do HIV/SIDA, da “educação sexual”, do conceito de casamento, etc.), no elevado número de impostos e nos elevados impostos, que condicionam e asfixiam a vida das famílias, da sociedade civil, dos contribuintes, num sistema educativo fechado que é monopólio do Estado, centrado na carreira docente e no “equipamento”, que desleixa a preparação intelectual, cultural e profissional dos alunos, de que a esquerda que domina o Estado se serve para veicular a ideologia – veja-se, por exemplo, a imposição do modelo obrigatório de “educação sexual” estatal – em vez de proporcionar aquilo que as famílias mais dificuldade têm para dar aos seus filhos: preparação intelectual, científica, cultural e profissional.

O totalitarismo também está num certo conceito de saúde centrado no Estado e no financiamento da oferta, o que condiciona, ou condena, os utentes do SNS, ao mesmo tempo que privilegia a Função Pública através da ADSE.

A resposta ao totalitarismo da esquerda que vive dos cofres do Estado é o “Estado Mínimo”, o estabelecimento de limites ao poder do Estado – que tem demasiado poder – e o financiamento da procura, em vez da oferta do Estado.

Nas próximas eleições, estas são as batalhas que interessa travar.

Para que tudo não fique na mesma, é preciso novas caras em S. Bento: Manuel Monteiro e a Nova Democracia podem fazer a diferença. Os do costume não poderão mudar agora o que não mudaram em décadas.

Não demos tréguas ao totalitarismo da esquerda.

Com a devida vénia ao Democracia Liberal.

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Tags: Política Nacional · Sociedade

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