Segundo a edição de hoje do jornal «Diário de Notícias», nasceram menos 1375 crianças nos primeiros meses de 2003 do que em igual período de 2002.
Por outro lado, registaram-se menos óbitos, aumentando assim a proporção de idosos.
Tal significa que, a manter-se esta tendência, nunca mais se conseguirá a renovação de gerações.
As principais razões apontadas para o decréscimo da taxa de natalidade são as dificuldades financeiras.
Não admira, pois vivemos num país onde, para efeitos fiscais, compensa mais comprar computadores que ter filhos.
Assistimos ao envelhecimento de Portugal e da Europa e à passividade dos governantes, que pretendem compensar a falta de uma política de apoio à família com políticas imigracionistas e de «integração».
Pretendem remediar a curto prazo para atingir metas económicas, esquecendo os graves problemas sociais e culturais que são já visíveis, mas que no futuro se tornarão explosivos.
É apagar fogos com gasolina!




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